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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Mãe de Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira é eleita deputada federal

Ana Carolina Oliveira entrou na política após a morte da filha, Isabella Nardoni, em 2008
Wladmir Pinheiro

Ana Carolina Oliveira critica Tremembé Crédito: Reprodução

A vereadora de São Paulo Ana Carolina Oliveira (Podemos) foi eleita deputada federal neste domingo (4). Ela recebeu mais de 245 mil votos e foi a 2ª candidata mais votada do partido. O Podemos terá seis cadeiras na Câmara dos Deputados na próxima Legislatura.

Ana Carolina Oliveira entrou na política após a morte da filha, Isabella Nardoni, em 2008. A menina foi assassinada pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Ana Carolina Jatobá.

MULHER BRABA SE RECUSA SAIR DA FRENTE DA URNA - POLICIA ALGEMOU E CONDUZIU - VEJA O VÍDEO

 


'Está decretado o fim da era do PT', diz Flávio depois de 1º turno

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro conquistou 47% dos votos, enquanto Lula teve 45%

Uiliam Grizafis


Flávio Bolsonaro (PL) fala com jornalistas depois da vitória no primeiro turno das eleições de 2026 sobre seu oponente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) comemorou o resultado do primeiro turno das eleições neste domingo, 4. Com 99% das urnas apuradas, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro terminou o primeiro turno com 47% dos votos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve 45%.

Flávio disse estar “feliz com o resultado”. “Quase 56 milhões de brasileiros me deram um voto de confiança para a mudança”, disse. “Os institutos de pesquisas diziam que estávamos atrás nas pesquisas. Está decretado o fim da era do PT.”

Flávio diz estar feliz com o resultado do primeiro turno

O candidato afirmou que o governo petista deixa o Brasil com recorde de mulheres assassinadas, pessoas endividadas, impostos altos e empresas fechadas.

Flávio disse estar feliz porque seu governo pretende resgatar a democracia no país. De acordo com o filho do ex-presidente, “Lula só quer o poder porque já disputou sete eleições”.

“Estou preocupado com o futuro do Brasil”, disse. “Sou o único candidato que assumiu o compromisso pelo fim da reeleição porque preciso só de um mandato. Quero a oportunidade de cuidar do povo brasileiro.”

A postura de Gonet e Mendonça no TSE

Vice-presidente do TSE passou boa parte do tempo de costas para o PGR, durante coletiva sobre o 1° turno das eleições de 2026

Cristyan Costa
Matheus Santos


O procurador-gera da República, Paulo Gonet (à esq.), e o vice-presidente do TSE, André Mendonça, durante coletiva de imprensa sobre o 1° turno das eleições de 2026 - 4/4/2026 | Foto: Matheus Santos/Revista Oeste

Durante uma coletiva de imprensa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ocorreu neste domingo, 4, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, e o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, se sentaram lado a lado.

Em boa parte da cerimônia, que ocorreu após o término do primeiro turno da eleição de 2026, Mendonça ficou de costas para Gonet, enquanto o PGR permaneceu estático olhando para a plateia composta de jornalistas. Ambos não se olharam.

Há algumas semanas, na sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que poderia ter investigado o ministro Alexandre de Moraes, Mendonça leu trechos de mensagens de WhatsApp do empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do antigo Banco Master, que citavam Gonet. O PGR teria supostamente envolvimento com o Master.

Antes de Mendonça encerrar a fala em que mencionava o PGR, o decano do STF, Gilmar Mendes, tomou a palavra para insultar Mendonça. Mendes acusou o colega de “desfaçatez”.

Direita amplia presença no Senado

PL conquistou 19 das 54 vagas em disputa

Edilson Salgueiro


A renovação deste ano alcançou dois terços do Senado | Foto: Divulgação/Oeste

O Novo e o Partido Liberal (PL) conquistaram 22 das 54 cadeiras do Senado em disputa neste domingo, 4. Esse resultado corresponde a mais de 40% das vagas renovadas. A legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro respondeu pela maior parte desse desempenho, com 19 senadores eleitos, enquanto o Novo conquistou três cadeiras.

No Distrito Federal, venceram Michelle Bolsonaro e Bia Kicis. Em Mato Grosso do Sul, foram eleitos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar. No Rio de Janeiro, Carlos Portinho e Carlos Jordy conquistaram as duas vagas. Em Santa Catarina, o partido repetiu o resultado com Carol de Toni e Carlos Bolsonaro.

A legenda também elegeu Márcio Bittar, no Acre; Nicoletti, em Roraima; Fernando Máximo e Bruno Scheid, em Rondônia; Eduardo Gomes, no Tocantins; Gustavo Gayer, em Goiás; José Medeiros, em Mato Grosso; Domingos Sávio, em Minas Gerais; André do Prado, em São Paulo; Filipe Barros, no Paraná; e Ubiratan Sanderson, no Rio Grande do Sul.

O Novo conquistou as outras três cadeiras desse grupo. Lahesio Bonfim venceu no Maranhão; Deltan Dallagnol, no Paraná; e Marcel van Hattem, no Rio Grande do Sul.

Com isso, PL e Novo elegeram senadores nas cinco regiões do país. O PL teve o melhor desempenho no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul, onde também conseguiu as quatro dobradinhas.

A renovação deste ano alcançou dois terços do Senado. Os 54 eleitos terão mandato de oito anos, de 2027 a 2035. Eles se juntarão aos 27 senadores escolhidos em 2022, cujos mandatos terminam em 2031.

Filipe Barros, Sergio Moro e Deltan Dallagnol foram eleitos neste domingo | Foto: Reprodução/ Redes sociais

A direita espalhada em outros partidos

O resultado da direita não se restringe aos candidatos eleitos pelas duas legendas. Há vencedores de outros partidos que declararam apoio a Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência.

Em São Paulo, Guilherme Derrite, eleito pelo PP, declarou apoio a Flávio. Durante a campanha, afirmou que sua entrada no Progressistas ocorreu sob a condição de poder manter esse apoio. Derrite chegou a dizer que havia “possibilidade zero” de o PP paulista não apoiar o candidato do PL.

No Amazonas, Plínio Valério, do PSDB, declarou que votaria em Flávio para presidente. A posição na disputa nacional não significou uma aliança automática com o PL no Estado, onde Plínio manteve a própria composição política.
Taka Yamauchi, Ana Carolina Serra, André do Prado, Guilherme Derrite e Paulo Serra | Foto: Divulgação

Em Roraima, Teresa Surita, do MDB, declarou apoio a Flávio meses antes da votação. Ela conquistou uma das duas vagas. A outra ficou com Nicoletti, do PL.

No Espírito Santo, Evair de Melo, do Republicanos, também apoiou Flávio e foi eleito senador.

No Rio Grande do Norte, Styvenson Valentim, do Podemos, declarou apoio ao candidato do PL. Em outro momento da campanha, afirmou estar “retraído” em relação a Flávio, mas disse que não havia retirado o apoio.

No Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem mudou o voto presidencial nos últimos dias da campanha. O candidato do Novo havia apoiado Romeu Zema, seu correligionário, mas anunciou que votaria em Flávio no primeiro turno. Ubiratan Sanderson, eleito pelo PL no mesmo Estado, também declarou apoio ao candidato.
Luciano Zucco (esq.), Van Hattem (centro) e Sanderson (dir.) foram eleitos neste domingo | Foto: Divulgação/Equipe Van HattemImpeachment de Moraes entra em pauta

A direita tratou a renovação do Senado como uma oportunidade de aumentar a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente sobre Alexandre de Moraes. O ministro acumulava 67 pedidos de impeachment no Congresso em setembro. Naquele mês, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), informou que havia 109 pedidos contra ministros do STF.

Moraes tornou-se o principal alvo depois de anos de embates com parlamentares da oposição e, mais recentemente, da divulgação de mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro no contexto do escândalo do Banco Master.

O assunto entrou na campanha eleitoral. Em agosto, Flávio Bolsonaro reuniu candidatos ao Senado em Brasília e perguntou aos presentes se eram favoráveis ao impeachment de Moraes. Entre os participantes estavam Bia Kicis (PL-DF), Evair de Melo (Republicanos-ES), Deltan Dallagnol (Novo-PR) e Guilherme Derrite (PP-SP). Os candidatos responderam afirmativamente. Os quatro foram eleitos neste domingo.

Moraes participa de evento onde recebeu homenagem do Ministério Público de São Paulo – 30/8/2024 | Foto: Carla Carniel/Reuters

A Constituição entrega ao Senado o poder de processar e julgar ministros do Supremo por crimes de responsabilidade. Atualmente, são necessários 54 dos 81 votos para a abertura de um processo contra um ministro do STF, conforme decisão do Supremo de dezembro de 2025. Uma eventual condenação também exige dois terços da Casa.

A Presidência do Senado continua sendo outro foco de disputa. O líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), apresentou em setembro um projeto para estabelecer prazo de 30 dias úteis para o presidente da Casa decidir sobre pedidos contra ministros do STF. Se não houver decisão, a competência passaria à Mesa Diretora. O texto também prevê recurso ao plenário contra o arquivamento, que precisaria de 49 votos para prosperar.

Os 22 senadores eleitos por PL e Novo, sozinhos, não alcançam os 54 votos necessários. O impeachment de Moraes, contudo, também encontra apoio entre vencedores de outras legendas. Gracinha Caiado (União-GO), Mauro Mendes (União-MT), Plínio Valério (PSDB-AM), Teresa Surita (MDB-RR) e Styvenson Valentim (Podemos-RN) estão entre os eleitos que já se manifestaram favoravelmente ao afastamento de ministros do STF ou à abertura de processo contra Moraes.

Esquerda conquista 11 vagas

PT, PSB, PDT e Rede elegeram 11 dos 54 senadores escolhidos neste domingo. O PT conquistou seis cadeiras. Na Bahia, o partido elegeu Rui Costa e Jaques Wagner. Também venceram Humberto Costa, em Pernambuco; Samanda, no Rio Grande do Norte; Rogério Carvalho, em Sergipe; e Marília Campos, em Minas Gerais.

O PSB elegeu três senadores: Cid Gomes, no Ceará; João Azevêdo, na Paraíba; e Renato Casagrande, no Espírito Santo.

Marília Arraes conquistou uma vaga pelo PDT em Pernambuco. Luizianne Lins venceu pela Rede no Ceará.

As quatro legendas ficaram, juntas, com 11 das 54 vagas, ou 20,4% da renovação.

A eleição deste domingo definiu 54 dos 81 integrantes do próximo Senado. Os outros 27 foram eleitos em 2022 e permanecem no cargo até 2031. Para medir o tamanho efetivo dos grupos políticos na próxima legislatura, é necessário juntar as duas partes.

Confira a lista dos senadores eleitos

Norte

Acre: Márcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos)
Amapá: Rayssa Furlan (Pode) e Lucas Barreto (PSD)
Amazonas: Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB)
Pará: Hélder Barbalho (MDB) e Chicão (União)
Roraima: Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB)
Rondônia: Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)
Tocantins: Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB)

Nordeste

Alagoas: Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB)
Bahia: Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT)
Ceará: Cid Gomes (PSB) e Luizianne (Rede)
Maranhão: Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo)
Paraíba: João Azevêdo (PSB) e Veneziano (MDB)
Pernambuco: Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT)
Piauí: Marcelo Castro (MDB) e Júlio César o Julim do Lula (PSD)
Rio Grande do Norte: Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT)
Sergipe: Rogerio Carvalho (PT) e Alessandro Vieira (MDB)

Centro-Oeste

Distrito Federal: Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)
Goiás: Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União)
Mato Grosso: Mauro Mendes (União) e José Medeiros (PL)
Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)

Sudeste

Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos)
Minas Gerais: Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT)
Rio de Janeiro: Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)
São Paulo: Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL)

Sul

Paraná: Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo)
Rio Grande do Sul: Ubiratan Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo)
Santa Catarina: Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL)

Nikolas e Pavanato superam 3 mi de votos para a Câmara; veja os 10 mais bem votados

Parlamentares do PL foram os primeiros candidatos a alcançar a marca

Uiliam Grizafis


Com mais de 99% das urnas apuradas em Minas Gerais, Nikolas somava 3.098.411 votos. Em São Paulo, Pavanato tinha 3.035.501 | Foto: Reprodução/Redes sociais

Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP) são os primeiros candidatos a superar a marca de 3 milhões de votos para deputado federal na história da Câmara. Os dados foram registrados durante a apuração das eleições deste domingo, 4.

Com mais de 99% das urnas apuradas em Minas Gerais, Nikolas somava 3.098.411 votos. Em São Paulo, Pavanato tinha 3.035.501 votos, com mais de 98% das urnas apuradas.

O político paulista liderou o ranking durante boa parte da apuração, mas foi ultrapassado por Nikolas na reta final. Os números ainda podem sofrer alterações até a conclusão da apuração.

Os dois candidatos também superaram a marca obtida por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), eleito deputado federal por São Paulo em 2018 com 1,8 milhão de votos. Nikolas também ultrapassou a própria votação de 2022, quando foi eleito pela primeira vez para a Câmara, com 1,4 milhão de votos.

Quem são Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato

Nikolas, de 30 anos, nasceu em Belo Horizonte (MG) e é formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) Minas. Em 2020, foi o vereador mais bem votado da capital mineira, com 29 mil votos. Dois anos depois, tornou-se o deputado federal mais bem votado do Brasil.

Pavanato, aos 28 anos, começou a carreira política em 2018, como estagiário no gabinete do então vereador Fernando Holiday. Em 2022, concorreu a deputado estadual pelo Novo. Recebeu mais de 36 mil votos e ficou como suplente.

Ranking dos deputados mais bem votados

Entre os dez deputados mais bem votados até o momento, seis são ligados a partidos de direita e quatro a partidos de esquerda.

O PL tem quatro nomes entre os dez primeiros, seguido pelo Psol, com dois. Novo, Missão, PT e PSB têm um deputado cada um no ranking.

Confira a lista com os dez mais votados até as 21h31:

Nikolas Ferreira (PL-MG): 3.098.411 votos;
Lucas Pavanato (PL-SP): 3.035.501 votos;
Erika Hilton (Psol-SP): 1.595.074 votos;
André Fernandes (PL-CE): 677.957 votos;
Sâmia Bomfim (Psol-SP): 582.727 votos;
Julia Zanatta (PL-SC): 560.170 votos;
Ana Elisa (PT-MG): 521.317 votos;
Kim Kataguiri (Missão-SP): 519.625 votos;
Tabata Amaral (PSB-SP): 476.157 votos; e
Jeffrey Chiquini (Novo-PR): 425.388 votos.

Dirceu, Delúbio, André Vargas e Rui Falcão: os derrotados do PT na Câmara

Envolvidos no Mensalão e na Lava Jato fracassaram ao tentar retornar ao Congresso Nacional

Edilson Salgueiro


José Dirceu e Rui Falcão são líderes históricos do PT | Foto: Divulgação/Oeste | Imagem criada com IA

Três antigos dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) que tentavam retornar à Câmara dos Deputados ficaram sem mandato nas eleições deste domingo, 4. José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil; Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido; e André Vargas, ex-vice-presidente da Casa Baixa, não conseguiram se eleger.

Dirceu e Delúbio foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do Mensalão e também receberam condenações no âmbito da Operação Lava Jato, posteriormente anuladas. André Vargas também acabou condenado na Lava Jato, mas teve as condenações anuladas pelo STF.

A tentativa de retorno à política era parte de um movimento que também incluía João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara. Dos quatro antigos quadros petistas que voltaram às urnas depois de cassações ou prisões, Cunha foi o que conseguiu retornar à Casa.
Eduardo Cunha também fica sem mandato

A lista de antigos personagens de grandes crises políticas que tentaram retornar ao Congresso inclui Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara.

Cunha, hoje no Republicanos, concorreu por Minas Gerais. Ele presidiu a Câmara entre 2015 e 2016 e comandou o processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff.

Cunha não conseguiu a cadeira. Foi a segunda eleição consecutiva em que tentou voltar à Câmara e terminou derrotado.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Tiririca fica fora depois de 16 anos

Entre os candidatos conhecidos fora do núcleo tradicional da política, uma das derrotas mais simbólicas foi a de Tiririca.

O humorista havia vencido todas as eleições para deputado federal que disputou desde a estreia nas urnas, em 2010. Naquele ano, recebeu mais de 1,3 milhão de votos por São Paulo e tornou-se o deputado federal mais votado do país.

Depois de quatro mandatos consecutivos, mudou o domicílio eleitoral e disputou a eleição de 2026 pelo PSD no Ceará.

Desta vez, recebeu pouco mais de 5 mil votos. Aos 61 anos, ficará fora do Congresso pela primeira vez desde 2011.

Deputado Tiririca: exemplo de candidato ‘puxador de voto’ e que já foi beneficiado pelo quociente eleitoral, critério vigente na na eleição para vereador | Foto: Nilson Bastian/Agência Brasil

Datena, Sheherazade e filha de Silvio Santos perdem

A tentativa de converter fama na televisão em votos também fracassou para diversos candidatos.

José Luiz Datena (PSB-SP), que havia disputado a Prefeitura de São Paulo em 2024, tentou chegar à Câmara. O apresentador recebeu aproximadamente 32 mil votos e não foi eleito.

Rachel Sheherazade (PSD-SP), jornalista e ex-apresentadora de televisão, obteve cerca de 22 mil votos e também ficou de fora.

Silvia Abravanel (PSD-SP), filha de Silvio Santos, recebeu aproximadamente 22 mil votos em sua estreia eleitoral e não conquistou uma cadeira.

O apresentador Sikêra Jr. (Republicanos-SP) recebeu cerca de 37 mil votos e não se elegeu.

PL é o partido que mais elege governadores no 1º turno; confira a lista

A legenda, do presidenciável Flávio Bolsonaro, vai administrar 5 Estados a partir do ano que vem e segue para disputa de 2º turno no RJ e no AM

Anderson Scardoelli


Bandeiras do Partido Liberal, que elegeu cinco governadores neste domingo, 4 | Foto: Divulgação/PL

O Partido Liberal (PL) saiu das urnas deste primeiro turno como a legenda que mais elegeu governadores. Neste domingo, 4, cinco candidatos da sigla venceram a disputa para comandar o Poder Executivo de seus Estados.

A partir de 2027, o PL governará os três Estados da Região Sul. O deputado federal Luciano Zucco foi eleito governador do Rio Grande do Sul. Jorginho Mello foi reeleito para comandar Santa Catarina pelos próximos quatro anos. O senador Sergio Moro superou os 50% dos votos válidos no Paraná.

Luciano Zucco é o governador eleito do Rio Grande do Sul | Foto: Mario Agra/ Câmara dos Deputados

Além disso, os liberais liquidaram as disputas em dois Estados da Região Norte. O senador Marcos Rogério é o mais novo governador eleito de Rondônia. Os eleitores de Roraima elegeram Arthur Henrique, ex-prefeito de Boa Vista.

O PL ainda tem chance de aumentar a lista de governadores eleitos. Douglas Ruas obteve 49,27% dos votos válidos e enfrentará Eduardo Paes (PSD) no segundo turno. A segunda rodada da disputa fluminense, no entanto, talvez não ocorra. Se a Justiça Eleitoral impugnar a candidatura de Garotinho (Republicanos), Ruas será considerado governador eleito sem a necessidade de uma nova votação.

O Amazonas será palco de outro duelo entre PSD e PL no segundo turno. O pessedista Omar Aziz enfrentará a liberal Maria do Carmo.

Outros partidos

Em número de governadores eleitos no primeiro turno, o PSD fica na segunda posição, com quatro vitórias. Dr. Furlan venceu no Amapá. O partido elegeu três de seus integrantes para comandar o Executivo de Estados nordestinos: Eduardo Braide, no Maranhão; Fábio Mitidieri, em Sergipe; e Raquel Lyra, reeleita em Pernambuco.

Neste primeiro turno, PT elegeu três governadores, assim como o Republicanos. O PP elegeu dois. MDB, Podemos e PSDB elegeram um governador cada um.

Tarcísio de Freitas: governador reeleito em São Paulo | Foto: Reprodução/Republicanos

Ao todo, sete unidades da Federação terão segundo turno:

Rio de Janeiro — Douglas Ruas (PL) X Eduardo Paes (PSD);
Espírito Santo — Lorenzo Pazolini (Republicanos) X Ricardo Ferraço (MDB);
Distrito Federal — Celina Leão (PP) X Leandro Grass (PT);
Acre — Mailza Assis (PP) X Alan Rick (Republicanos);
Amazonas — Omar Aziz (PSD) X Maria do Carmo (PL);
Tocantins — Professora Dorinha (União Brasil) X Vicentinho Júnior (PSDB); e
Rio Grande do Norte — Styvenson (Podemos) X Samanda de Lula (PT).

PL na liderança

Confira a divisão de governadores eleitos no primeiro turno das eleições gerais de 2026:PL

1 — Luciano Zucco, Rio Grande do Sul;
2 — Jorginho Mello, Santa Catarina;
3 — Sergio Moro, Paraná;
4 — Marcos Rogério, Rondônia; e
5 — Arthur Henrique, Roraima; PSD

1 — Dr. Furlan, Amapá;
2 — Fábio Mitidieri, Sergipe;
3 — Raquel Lyra, PSD; e
4 — Eduardo Braide, Maranhão.Republicanos

1 — Tarcísio de Freitas, São Paulo;
2 — Cleitinho Azevedo, Minas Gerais; e
3 — Otaviano Pivetta, Mato Grosso.PT

1 — Jerônimo Rodrigues, Bahia;
2 — Elmano de Freitas, Ceará; e
3 — Rafael Fontes, Piauí.PP

1 — Eduardo Riedel, Mato Grosso do Sul; e
2 — Lucas Ribeiro, Paraíba.MDB

1 — Daniel Vilela, Goiás.Podemos

1 — Dr. Daniel Santos.PSDB

1 — JHC.

A reação no STF depois da vitória da direita no Senado

Partido Liberal ocupou 19 cadeiras na Casa que pode abrir processo de impeachment contra membros do tribunal

Cristyan Costa


Ministros Flávio Dino, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes em sessão extraordinária do STF (15/9/2026) | Foto: Gustavo Moreno/STF

A aparência é de normalidade. Por baixo dela, contudo, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda digerem — e mal — a vitória da direita no Senado.

Oeste apurou que magistrados estão “visivelmente incomodados” e “silenciosos”.

No primeiro turno, o Partido Liberal ocupou 19 cadeiras e, com isso, a partir de 2027, terá 28 assentos — somando-se a outras legendas, a bancada anti-STF pode chegar a 50.

A Casa é única responsável por abrir um processo de impeachment contra integrantes da Corte.

PL elege maior bancada da Câmara Legislativa do DF

Partido do ex-presidente Jair Bolsonaro conquistou cinco das 24 cadeiras; Max Maciel, do Psol, foi o deputado distrital mais votado

Cristyan Costa


Câmara Legislativa do Distrito Federal retomou seus trabalhos nesta segunda-feira, 2: clima tenso no plenário | Foto: Carlos Gandra/Agência CLDF

O Partido Liberal (PL) elegeu a maior bancada da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) nas eleições do domingo 4.

O partido conquistou cinco das 24 cadeiras em disputa para a legislatura que começa em 2027.

Partido dos Trabalhadores, Republicanos, MDB e PP elegeram três deputados distritais cada um. Psol e PSB ficaram com duas vagas cada um, enquanto União Brasil, Podemos e PSD conquistaram uma cadeira cada um.

PL terá cinco deputados na Câmara Legislativa do DF

A bancada do PL será formada por Joaquim Roriz Neto, Roosevelt Vilela, Victor Jansen, André Kubitschek e João Cardoso.

Joaquim Roriz Neto foi o mais votado do partido, com 45.604 votos. Roosevelt Vilela recebeu 39.181; Victor Jansen, 32.120; André Kubitschek, 23.683; e João Cardoso, 20.622.

No conjunto da eleição, o candidato com maior votação foi Max Maciel, do Psol, que recebeu 92.234 votos.

Em seguida, apareceram Eduardo Pedrosa, do União Brasil, com 50.833; Chico Vigilante, do PT, com 50.046; e Joaquim Roriz Neto.
Veja os 24 deputados distritais eleitos

Max Maciel (Psol) — 92.234 votos
Eduardo Pedrosa (União Brasil) — 50.833
Chico Vigilante (PT) — 50.046
Joaquim Roriz Neto (PL) — 45.604
Estefane Sampaio (Republicanos) — 45.558
Múcio (PSB) — 42.769
Gabriel Magno (PT) — 42.331
Keka Bagno (PSOL) — 40.569
Roosevelt Vilela (PL) — 39.181
Robério Negreiros (Podemos) — 37.401
Victor Jansen (PL) — 32.120
Jaqueline Silva (MDB) — 31.882
Rôney Nemer (PP) — 29.926
Pepa (PP) — 29.786
Ricardo Vale (PT) — 29.387
Wellington Luiz (MDB) — 28.796
Renata D’Aguiar (Republicanos) — 28.172
Martins Machado (Republicanos) — 27.541
Hermeto (MDB) — 26.433
André Kubitschek (PL) — 23.683
Pastor Daniel de Castro (PP) — 21.326
João Cardoso (PL) — 20.622
Rogério Morro da Cruz (PSD) — 19.603
Dayse Amarilio (PSB) — 15.440.

A composição confirma o PL como a maior força partidária isolada da próxima legislatura da Câmara Legislativa.

Lula lidera votação entre presos provisórios na Papuda

Petista registrou 74 votos no local, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ficou com 70; confira mais números

Lucas Cheiddi


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o candidato mais votado na seção 0420 da 18ª Zona Eleitoral do Distrito Federal, instalada no Complexo Penitenciário da Papuda. O local atende presos provisórios que possuem direito ao voto, e ao todo, 185 detentos estavam aptos a participar da eleição.

Lula recebeu a maior votação entre os candidatos à Presidência, 74 votos; Flávio Bolsonaro (PL) ficou em segundo lugar, com 70. Na sequência, aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 6 votos; Renan Santos (Missão), com 4; e Augusto Cury (Avante), com 2.

Seção teve 162 votos apurados

Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília | Foto: Reprodução/ Redes sociais

A Justiça Eleitoral contabilizou 162 votos na seção instalada dentro do complexo penitenciário. Além dos votos destinados aos candidatos, houve 3 votos nulos e 3 votos em branco para o cargo de presidente.

A seção eleitoral da Papuda foi criada para garantir o exercício do direito ao voto aos presos provisórios. Diferentemente dos condenados com sentença transitada em julgado, os presos provisórios não perdem os direitos políticos e podem participar das eleições, desde que cumpram os requisitos eleitorais.

A votação na unidade penitenciária ocorreu em uma seção específica da 18ª Zona Eleitoral do Distrito Federal. O resultado mostra a distribuição dos votos entre os candidatos que receberam sufrágios no local.

A seção da Papuda integra o sistema eleitoral destinado aos presos provisórios do Distrito Federal.

PL terá maior bancada do Senado em 2027

O partido elegeu 19 senadores neste domingo, 4, e chega a 28 representantes na Casa

Isabela Jordão


54 das 81 cadeiras do Senado estiveram em disputa nas eleições deste domingo, 4 | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O Partido Liberal (PL) terá a maior bancada do Senado Federal a partir de 2027, com 28 parlamentares, depois de eleger 19 dos 54 senadores que disputaram as eleições deste domingo, 4. O resultado amplia a presença do partido na Casa e dá à legenda a segunda maior bancada de uma sigla no Senado desde a redemocratização.

Os 19 eleitos pelo PL se somarão aos nove senadores que já exercem mandato e não participaram da disputa deste ano. O partido conseguiu eleger os dois senadores em cinco unidades da Federação: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina.

A eleição renovou dois terços do Senado. Ao todo, 54 das 81 cadeiras estiveram em disputa, com dois senadores eleitos em cada Estado e no Distrito Federal. Os candidatos mais votados em cada unidade da Federação garantiram as vagas.

Os novos senadores terão mandato de oito anos, com término previsto para 2035. A posse está marcada para 1º de fevereiro de 2027. O MDB elegeu sete senadores, mas passará de nove para oito representantes na Casa. O PT elegeu quatro, incluindo uma dobradinha na Bahia, e manterá nove senadores.

Bandeiras do Partido Liberal, que elegeu cinco governadores e 19 senadores no primeiro turno | Foto: Divulgação/PL

A Federação União-Progressistas terá 11 senadores. O PSD ficará com cinco representantes, enquanto PSB terá quatro e Novo, três. PSDB e Podemos terão dois senadores cada. Rede Sustentabilidade e PDT terão um representante cada.

O resultado das urnas altera de forma significativa a composição do Senado, mas o quadro da Casa também considera os 27 senadores eleitos em 2022 que não tiveram os mandatos submetidos à votação neste ano. Esses parlamentares permanecerão no cargo até janeiro de 2031.

Veja os senadores eleitos

Os 54 novos parlamentares foram escolhidos em votação majoritária. Cada estado e o Distrito Federal elegeram dois representantes.

Acre: Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos);
Alagoas: Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB);
Amapá: Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD);
Amazonas: Eduardo Braga (MDB) e Plinio Valério (PSDB);
Bahia: Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT);
Ceará: Cid Gomes (PSB) e Luizianne (Rede);
Distrito Federal: Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL);
Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos);
Goiás: Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União);
Maranhão: Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo);
Mato Grosso: Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL);
Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL);
Minas Gerais: Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT);
Pará: Helder (MDB) e Chicão (União);
Paraíba: João Azevêdo (PSB) e Veneziano (MDB);
Paraná: Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo);
Pernambuco: Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT);
Piauí: Marcelo Castro e Júlio César (PSD);
Rio de Janeiro: Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL);
Rio Grande do Norte: Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT);
Rio Grande do Sul: Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo);
Rondônia: Dr. Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL);
Roraima: Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB);
Santa Catarina: Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL);
São Paulo: Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL);
Sergipe: Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB);
Tocantins: Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB).

Foram eleitos dois candidatos por Estado para o Senado | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Senado é formado por 81 parlamentares, com três representantes de cada Estado e do Distrito Federal. Diferentemente da Câmara dos Deputados, a quantidade de senadores não varia conforme o tamanho da população de cada unidade da Federação.

Cada senador exerce mandato de oito anos. Por isso, a renovação da Casa ocorre de maneira alternada: em uma eleição são escolhidos 27 parlamentares, correspondentes a um terço do Senado; quatro anos depois, são eleitos 54, equivalentes a dois terços.

Os 54 senadores eleitos neste domingo se juntarão, portanto, aos 27 parlamentares que já têm mandato assegurado até 2031. A nova composição passará a valer com a posse dos eleitos, em fevereiro de 2027.

Veja a lista de todos os deputados federais eleitos

Oeste traz os 513 parlamentares eleitos para a Câmara, conforme o TSE vai atualizando os resultados dos Estados

Letícia Alves


O Plenário da Câmara dos Deputados | Foto: DIvulgação

O Brasil elegeu 513 deputados para a Câmara dos Deputados neste domingo, 4. Os candidatos são eleitos segundo o número de vagas, de acordo com o tamanho da população de cada Unidade da Federação e atuam na proposição, revisão da legislação do país e fiscalização do trabalho do Executivo.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda conclui a totalização dos votos nos Estados. Veja os nomes abaixo:

Alagoas
  • Alvinho Lira (PP)
  • Delegado Fabio Costa (PP)
  • Daniel Barbosa (PP)
  • Rafael Brito (MDB)
  • Isnaldo Bulhões Jr (MDB)
  • Luciano Amaral (PSD)
  • Julia Nunes(PSD)
  • Gilvan Barros (PSDB)
  • Marx Beltrão (UNIÃO)

Amapá

  • Felipe Show (União)
  • Aline Gurgel (União)
  • Marcio Serrão (União)
  • Josenildo (PDT)
  • Dorinaldo Malafaia (PDT)
  • Professora Marcivânia (PCdoB)
  • Vinicius Gurgel (PL)
  • Dra. Erica (Podemos)

Amazonas

  • Sargento Salazar (PL)
  • Sidney Leite (PSD)
  • Adail Filho (MDB)
  • Fausto Jr. (União Brasil)
  • Amom Mandel (Republicanos) 
  • Saullo Vianna (MDB)
  • Joana Darc (União B)
  • Alfredo Nascimento (PL)

Bahia

  • Pastor Sargento Isidório (Avante)
  • Antonio Brito (PSD)
  • Neto Carletto (Avante)
  • Daniel Alencar (PSD)
  • Lucas Reis (PT)
  • Sandro Filho (PP)
  • Ivoneide Caetano (PT)
  • Doutora Raissa Soares (PL)
  • Roberta Roma (PL)
  • Gabriel Nunes (PSD)
  • Jorge Solla (PT)
  • Valmir Assunção (PT)
  • Sergio Brito (PSD)
  • Ricardo Maia (MDB)
  • Diego Coronel (Republicanos)
  • Carlos Muniz (PSDB)
  • Afonso Florence (PT)
  • Elmar (União Brasil)
  • Olivia (PCdoB)
  • Dal Barreto (União Brasil)
  • Adolfo Viana (PSDB)
  • Daniel (PCdoB)
  • Alice Portugal (PCdoB)
  • Ditinho Avivip (União Brasil)
  • Claudio Cajado (PP)
  • Leur Lomanto Junior (União Brasil)
  • Maria Marighella (PT)
  • Joseildo (PT)
  • João Bacelar (PL)
  • Paulo Azi (União Brasil)
  • Capitão Alden (PL)
  • Manuel Rocha (União Brasil)
  • Léo Prates (Republicanos)
  • Raimundo Costa (PSD)
  • Mario Negromonte Jr (PSB)
  • Márcio Marinho (Republicanos)
  • Charles Fernandes (PSD)
  • Elmo Vaz (Avante)
  • Felix Mendonça (PDT)

Ceará

  • André Fernandes (PL)
  • Matheus Noronha (PL)
  • Dr. Jaziel (PL)
  • Carmelo Neto (PL)
  • Tainah Marinho (PSB)
  • Robério Monteiro (PSB)
  • Idilvan (PSB)
  • Dr. Acilon (PSB)
  • Domingos Neto (PSD)
  • Fernanda Pessoa (PSD)
  • Célio Studart (PSD)
  • Fernando Santana (PT)
  • Raimundo Martins (PT)
  • Luisa Cela (PT)
  • Yury do Paredão (MDB)
  • Nenen Coelho (MDB)
  • Danilo Forte (PP)
  • AJ Albuquerque (PP)
  • Giordanna Mano (PRD)
  • Erika Amorim (Republicanos)
  • Emanuel Acrizio (Solidariedade)
  • Moses Rodrigues (União Brasil)

Distrito Federal

  • Alberto Fraga (PL)
  • Thiago Manzoni (PL)
  • Izalci Lucas (PL)
  • Rafael Prudente (MDB)
  • Fábio Felix (PSOL)
  • Agnelo Queiroz (PT)
  • Prof. Reginaldo Veras (PV)
  • Julio Cesar (Republicanos)

Espírito Santo

  • Lucas Polese (PL)
  • Gilvan o Federal da Direita (PL)
  • Jack Rocha (PT)
  • João Coser (PT)
  • Dr. Bruno Resende (União)
  • Marcelo Santos (União)
  • Gilson Daniel (Podemos)
  • Da Vitória (PP)
  • Manu (PSB)
  • Coronel Ramalho (Republicanos)

Goiás

  • Fred Rodrigues (PL)
  • Magda Mofatto (PL)
  • Major Vitor Hugo (PL)
  • Fábio Sousa (PL)
  • Bruno Peixoto (UNIÃO)
  • Jose Nelto (UNIÃO)
  • Silvye Alves (UNIÃO)
  • Flávia Morais (MDB)
  • Célio Silveira (MDB)
  • Lucas Do Vale (PSD)
  • Daniel Agrobom (PSD)
  • Delegada Adriana Accorsi (PT)
  • Rubens Otoni (PT)
  • Glaustin Da Fokus (PODE)
  • Adriano Do Baldy (PP)
  • Lucas Calil (PRD)
  • Marussa Boldrin (REP)

Maranhão

  • Pedro Lucas Fernandes (União)
    Iracema Vale (MDB)
    Vinicius Ferro (MDB)
    Fabiana Vilar (PL)
    Aldir Junior (PL)
    Amanda Gentil (PP)
    Larissa DP (MDB)
    Erlanio Xavier (PDT)
    Juscelino Filho (PSDB)
    Hildo Rocha (MDB)
    Mariana Carvalho (PL)
    Junior Lourenço (MDB)
    Marreca Filho (PRD)
    Rubens Pereira Jr (PT)
    Josivaldo JP (União)
    Aluisio Mendes (Republicanos)
    Dr. Orlando (PL)
    Márcio Jerry (PCdoB)

Mato Grosso

  • Coronel Fernanda (PL)
  • Coronel Assis (PL)
  • Thiago Boava Hey Roy (PL)
  • Fábio Garcia (União)
  • Virgínia Mendes (União)
  • Coronel Roveri (PODE)
  • Professora Rosa Neide (PT)
  • Juarez Costa (Republicanos)

Mato Grosso do Sul

  • Marcos Pollon (PL)
  • Mara Caseiro (PL)
  • Rodolfo Nogueira (PL)
  • Beto Pereira (Republicanos)
  • Isa Marcondes (Republicanos)
  • Dagoberto Nogueira (PP)
  • Camila Jara (PT)
  • Rose Modesto (União)

Minas Gerais

  • Nikolas Ferreira (PL)
  • Ana Elisa (PT)
  • Duda Salabert (PSOL)
  • Reginaldo Lopes (PT)
  • Rogério Correia (PT)
  • Pinheirinho (PP)
  • Zé Vitor (PL)
  • Ana Pimentel (PT)
  • Gleide Andrade (PT)
  • Weliton Prado (PSD)
  • Paulo Guedes (PT)
  • Gleidson Azevedo (Republicanos)
  • Pedro Rousseff (PT)
  • Bruno Farias (Republicanos)
  • Miguel Ângelo (PT)
  • Diego Andrade (PSD)
  • Dandara (PT)
  • Lohanna (PV)
  • Rodrigo de Castro (União)
  • Delegado Marcelo Freitas (União)
  • Fred Costa (PRD)
  • Bella Gonçalves (PT)
  • Gilberto Abramo (Republicanos)
  • Emidinho Madeira (PL)
  • Newton Cardoso Jr (MDB)
  • Dimas Fabiano (PP)
  • Padre João (PT)
  • Luis Tibé (Avante)
  • Rafael Simões (União)
  • Samuel Viana (União)
  • Eros Biondini (PL)
  • Vinicius Diniz (PL)
  • Leonardo Monteiro (PT)
  • André Janones (Rede)
  • Nely Aquino (Podemos)
  • Igor Santos (PL)
  • Paulo Abi-Ackel (PSDB)
  • Dr. Marcos Vinicius (PL)
  • Greyce Elias (PL)
  • Lafayette Andrada (PL)
  • Dr. Frederico (PL)
  • Caporezzo (PL)
  • Rosangela Reis (PL)
  • Marcelo Álvaro Antônio (PL)
  • Duarte Júnior (PSB)
  • Fabinho Ramalho (PL)
  • Thiago Ganem (PL)
  • Delegada Ione (PL)
  • Rodrigo Tavares (PL)
  • Lincoln Portela (PL)
  • Subtenente Gonzaga (PL)
  • Junio Amaral (PL)
  • Sargento Mello-Casal (PL)

Pará

  • Delegado Caveira (PL)
  • Jader Filho (MDB)
  • Dra. Alessandra Haber (Podemos)
  • Júnior Ferrari (PSD)
  • Renilce Nicodemos (MDB)
  • Dilvanda Faro (PT)
  • Priante (MDB)
  • Andréia Siqueira (PSB)
  • Joaquim Passarinho (PL)
  • Lu Ogawa (PP)
  • Adriano Coelho (MDB)
  • Antonio Doido (MDB)
  • Cassio Andrade (MDB)
  • Airton Faleiro (PT)
  • Rogerio Barra (PL)
  • Raimundo Santos (PSD)
  • Bob Fllay (Podemos)

Paraíba

  • Murilo Galdino (REP)
  • Hugo (REP)
  • Wilson Santiago (REP)
  • Cabo Gilberto Silva (PL)
  • George Morais (REP)
  • Aguinaldo Ribeiro (PP)
  • Pollyanna (PP)
  • Gervásio Maia (PCdoB)
  • Ruy Carneiro (PODE)
  • Wellington Roberto (PSD)
  • Ricardo Coutinho (PT)
  • Dr° Damião (UNIÃO)

Paraná

  • Sargento Fahur (PL)
  • Rosangela Moro (PL)
  • Vermelho (PL)
  • Delegado Francischini (PL)
  • Ricardo Arruda (PL)
  • Ana Júlia (PT)
  • Zeca Dirceu (PT)
  • Renato Freitas (PT)
  • Carol Dartora (PT)
  • Arilson Chiorato (PT)
  • Jeffrey Chiquini (NOVO)
  • Guilherme Kilter (NOVO)
  • Henrique Mecabô (NOVO)
  • Paulo Martins (NOVO)
  • Ricardo Barros (PP)
  • Toninho Wandscheer (PP)
  • Tião Medeiros (PP)
  • Marcelo Belinati (PP)
  • Beto Preto (PSD)
  • Paranhos (PSD)
  • Leandre (PSD)
  • Luizão Goulart (PSD)
  • Felipe Francischini (PODE)
  • Da Costa Do Perdeu Piá (PODE)
  • Pedro Lupion (REP)
  • Newton Bonin (REP)
  • Delegado Matheus Laiola (UNIÃO)
  • Paulo Litro (UNIÃO)
  • Sergio Souza (MDB)
  • Aliel Machado (PV)

Pernambuco

  • Pedro Campos (PSB)
  • Felipe Carreras (PSB)
  • Gabriel Porto (PSB)
  • Eliane Soares (PSB)
  • Marcelo Gouveia (Podemos)
  • Gilson Machado (Podemos)
  • Ricardo Teobaldo (Podemos)
  • Rosa Amorim (PT)
  • Carlos Veras (PT)
  • Liana Cirne (PT)
  • Anderson Ferreira (PL)
  • Thiago Medina (PL)
  • Lula da Fonte (PP)
  • Clarissa Tércio (PP)
  • Fernando Monteiro (PSD)
  • Guilherme Uchoa Junior (PSD)
  • Silvio Costa Filho (Republicanos)
  • Augusto Coutinho (Republicanos)
  • Juliana de Chaparral (União Brasil)
  • Fernando Filho (União Brasil)
  • Waldemar Oliveira (Avante)
  • Iza Arruda (MDB)
  • Eduardo Moura (Novo)
  • Jones Manoel (PSOL)
  • Clodoaldo Magalhães (PV)

Piauí

  • Zé Santana (PT)
  • Dr. Francisco (PT)
  • Flávio Nogueira (PT)
  • Castro Neto (MDB)
  • Marcos Aurélio Sampaio (MDB)
  • Georgiano (PSD)
  • Wilson Martins (PSD)
  • Julio Arcoverde (PP)
  • Delegado Charles (PV)
  • Jadyel (REP)

Rio de Janeiro

  • Altineu Cortes (PL)
  • Sóstenes Cavalcante (PL)
  • General Pazuello (PL)
  • Soraya Santos (PL)
  • Manoela Peres (PL)
  • Dani Cunha (PL)
  • Julia de Castro (PL)
  • Diogo Balieiro Diniz (PL)
  • Rafael Satiê (PL)
  • Chris Tonietto (PL)
  • Poubel (PL)
  • Wladimir Garotinho (PL)
  • Douglas Gomes (PL)
  • Thiago Gagliasso (PL)
  • Jorge Miranda (PL)
  • Lindbergh (PT)
  • Freixo (PT)
  • Anielle Franco (PT)
  • Fabiano Horta (PT)
  • Diego Quaqua (PT)
  • Nísia Trindade (PT)
  • Dr. Luizinho (PP)
  • Delegado Felipe Curi (PP)
  • Renato Cozzolino (PP)
  • Leniel Borel (PP)
  • Bebeto (PP)
  • Daniel Soranz (PSD)
  • Renan Ferreirinha (PSD)
  • Márcio Rezende (PSD)
  • Marcio Ribeiro (PSD)
  • Luciano Vieira (PSDB)
  • Juninho do Pneu (PSDB)
  • Marcelo Queiroz (PSDB)
  • Talita Galhardo (PSDB)
  • Rick Azevedo (PSOL)
  • Talíria Petrone (PSOL)
  • Glauber Braga (PSOL)
  • Pastor Henrique Vieira (PSOL)
  • Elias Jabbour (PCdoB)
  • Jandira Feghali (PCdoB)
  • Gutemberg Reis (MDB)
  • Luiz Lima (Novo)
  • Marcos Tavares (PDT)
  • Luis Carlos Gomes (Republicanos)
  • Aureo Ribeiro (Solidariedade)
  • Rueda (União)

Rio Grande do Norte

  • Nina Souza (PL)
  • Sargento Gonçalves (PL)
  • General Girão (PL)
  • Dr. Bernardo (PV)
  • Thabatta Pimenta (PV)
  • João Maia (PP)
  • Natália Bonavides (PT)
  • Benes Leocádio (UNIÃO)

Rio Grande do Sul

  • Maurício Marcon (PL)
  • Giovani Cherini (PL)
  • Osmar Terra (PL)
  • Marcelo Moraes (PL)
  • Jessé Sangalli (PL)
  • Diogo Siqueira (PL)
  • Bibo Nunes (PL)
  • Perondi (PL)
  • Maria do Rosário (PT)
  • Bohn Gass (PT)
  • Denise Pessôa (PT)
  • Marcon (PT)
  • Valdeci Oliveira (PT)
  • Afonso Hamm (PP)
  • Any Ortiz (PP)
  • Pedro Westphalen (PP)
  • Covatti Filho (PP)
  • Alceu Moreira (MDB)
  • Juvir Costella (MDB)
  • Vilmar Zanchin (MDB)
  • Rony Gabriel (Podemos)
  • Sergio Zambiasi (Podemos)
  • Danrlei (PSD)
  • Lucas Redecker (PSD)
  • Gustavo Victorino (Republicanos)
  • Carlos Gomes (Republicanos)
  • Felipe Camozzato (Novo)
  • Daiana Santos (PCdoB)
  • Pompeo de Mattos (PDT)
  • Fernanda Melchionna (PSOL)
  • Busato (União)

Rondônia

  • Lucio Mosquini (PL)
  • Coronel Chrisóstomo (PL)
  • Sofia Andrade (PL)
  • Cristiane Lopes (Podemos)
  • Dr. Jaime Gazola (Podemos)
  • Thiago Flores (União)
  • Maurício Carvalho (União)
  • Joliane Furia (PSD)

Roraima

  • Marcos Jorge (REP)
  • Ítalo Otávio (REP)
  • Joner Chagas (REP)
  • Rodrigo Mesquita (PODE)
  • Duda Ramos (PODE)
  • Zé Haroldo Cathedral (UNIÃO)
  • Defensor Stélio Dener (UNIÃO)
  • Daniel Trindade (PL)

Santa Catarina

  • Julia Zanatta (PL)
    Ana Paula Lima (PT)
    Professor Pedro Uczai (PT)
    Jair Bolsonaro (PL)
    Sargento Lima (PL)
    Pezenti (MDB)
    Gilson Marques (Novo)
    Giovana Mondardo (PCdoB)
    Julio Garcia (PSD)
    Daniela Reinehr (PL)
    Zé Milton (PP)
    Paulinha (Podemos)
    Zé Trovão (PL)
    Ricardo Guidi (PL)
    Daniel Freitas (PL)
    Geovania de Sá (Republicanos)

São Paulo

  • Lucas Pavanato (PL)
    Erika Hilton (PSOL)
    Sâmia Bomfim (PSOL)
    Kim Kataguiri (Missão)
    Tabata Amaral (PSB)
    Renato Bolsonaro (PL)
    Sargento Nantes (PP)
    Delegado Palumbo (Podemos)
    Guilherme Cortez (PSOL)
    Mauricio Neves (PP)
    Marcio Alvino (PL)
    Professora Luciene Cavalcante (PSOL)
    Ana Carolina Oliveira (Podemos)
    Baleia Rossi (MDB)
    Luna Zarattini (PT)
    Marina Helena (Novo)
    Delegado Bruno Lima (Podemos)
    Rosana Valle (PL)
    Renata Abreu (Podemos)
    Marcos Pereira (Republicanos)
    Luiz Philippe de O e Bragança (PL)
    Guilherme Piai (Republicanos)
    Igor Soares (PSD)
    Paulo Alexandre Barbosa (PSD)
    Felipe Becari (Podemos)
    Thiago Surfista (PL)
    Alencar Santana (PT)
    Capitão Augusto (PL)
    Jilmar Tatto (PT)
    Celso Russomanno (Republicanos)
    Thiago dos Reis (PT)
    Paulo Serra (PSDB)
    Sidney Cruz (MDB)
    João Cury (MDB)
    Luiz Fernando Machado (PL)
    Arlindo Chinaglia (PT)
    Pastor Marco Feliciano (PL)
    Ney Santos (Republicanos)
    Carlos Zarattini (PT)
    Edinho Silva (PT)
    Nilto Tatto (PT)
    Natália Boulos (PSOL)
    Kiko Celeguim (PT)
    Motta (PL)
    Juliana Cardoso (PT)
    Joao Paulo Cunha (PT)
    Rodrigo Gambale (Podemos)
    Dra. Sandra Tadeu (PL)
    Enrico Misasi (MDB)
    Coronel Telhada (PP)
    Paulo Freire (PL)
    Marcos Neves (PSD)
    Jonas Donizette (PSB)
    Miguel Lombardi (PL)
    Saulo Pedroso (PSD)
    Altair Moraes (Republicanos)
    Jefferson Campos (PL)
    Carlos Sampaio (PSD)
    Maria Rosas (Republicanos)
    Mario Frias (PL)
    Delegado Paulo Bilynskyj (PL)
    Carlos Bezerra Jr. (PSD)
    Sirlange Manga (União Brasil)
    Milton Leite Filho (União Brasil)
    Adriana Ventura (Novo)
    Eduardo Cury (MDB)
    Wesley Cezar Lelinho (PL)
    Gil Diniz (PL)
    Edinho Araújo (PRD)
    Sônia Guajajara (PSOL)

Sergipe

  • Yandra Moura (União)
    Claudio Mitidieri (PSB)
    Joao Daniel (PT)
    Fábio Reis (PSD)
    Delegada Katarina (PSD)
    Icaro de Valmir (Republicanos)
    Capitão Samuel (União)
    Gustinho Ribeiro (PP)

Tocantins

  • Professora Janad Valcari (PP)
    Jair Farias (União)
    Lucas Campelo (Republicanos)
    Ricardo Ayres (Republicanos)
    Fabio Vaz (Republicanos)
    Filipe Martins (PL)
    Sandoval Cardoso (Podemos)
    Iratã Abreu (PSDB)

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