O tenente-coronel Guilherme Almeida Marques vai usar tornozeleira eletrônica e cumprir restrições impostas pelo STF
Isabela Jordão
O tenente-coronel Guilherme Almeida Marques | Foto: Reprodução/XO tenente-coronel do Exército Guilherme Almeida Marques se apresentou na sede da Polícia Federal em Goiânia (GO) nesta segunda-feira, 29, para iniciar o cumprimento de prisão domiciliar. Ele foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão por envolvimento na suposta tentativa de golpe.
A ordem para que dez sentenciados começassem a cumprir pena em casa foi emitida no último sábado, 27, pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso no Supremo Tribunal Federal. A decisão veio logo depois da prisão do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, no Paraguai, ao tentar embarcar para El Salvador depois de romper a tornozeleira eletrônica.

O tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida perdeu o comando do 1º Batalhão de Operações Psicológicas em Goiânia | Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Moraes estabelece restrições a condenados por suposto plano de golpe
Antes de se entregar, Almeida Marques estava na Bahia e comunicou que retornaria ao seu endereço para atender à determinação judicial. O militar, assim como os demais condenados, deve usar tornozeleira eletrônica, não pode usar redes sociais, manter contato com outros investigados, receber visitas ou sair do país, além de ter que entregar o passaporte.
Ao justificar as restrições aos condenados por suposto plano de golpe, Alexandre de Moraes mencionou o caso de Silvinei Vasques e a fuga do ex-deputado e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência, Alexandre Ramagem, para os Estados Unidos.
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