terça-feira, 1 de setembro de 2026
Fábio Bouéri
O ministro do STF Alexandre de Moraes e o empresário Marcelo Conde | Foto: Montagem sobre reprodução/Redes sociais
Tauany Cattan
Ex-juiz federal, Sergio Moro foi ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Pâmela Zacarias
Fábio Bouéri
Rede pública vai disponibilizar medicamentos a partir de outubro, prevê SUS | Foto: Divulgação/Ministério da Saúde
Mateus Conte
Renan Santos cofundou o Movimento Brasil Livre em 2014 e é o atual presidente do Partido Missão | Foto: Reprodução/Youtube/Canal Renan Santos
Anderson Scardoelli
Carlos Brandão e Flávio Dino, governador e ex-governador do Maranhão, em registro dos tempos de aliança política, em 2022 | Foto: Divulgação/Gilson Teixeira
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), é um ex-aliado político de Flávio Dino | Foto: Kristiano Simas/Alema
Yasmin Alencar
Yasmin Alencar
O presidente Lula da Silva e o candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro | Foto: Montagem sobre reprodução/Redes sociais
Erich Mafra
Lucas Cheiddi
À esquerda, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas; à direita, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad | Fotos: Reprodução/Wikimedia Commons

Yasmin Alencar
Erich Mafra

Grupo Ricoy - Foto: Divulgação Grupo Ricoy



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Espanha livra empresário acusado de vazar dados fiscais de mulher de Moraes
Marcelo Conde era alvo de pedido de extradição por suposto vazamento de informações sobre a advogada Viviane Barci
Fábio Bouéri
O ministro do STF Alexandre de Moraes e o empresário Marcelo Conde | Foto: Montagem sobre reprodução/Redes sociais
O Tribunal de Justiça da Espanha, especializado em casos de âmbito nacional, determinou nesta última sexta-feira, 28, a liberdade do empresário brasileiro Marcelo Conde. Ele foi detido em maio deste ano, em Madri, depois de um pedido de extradição apresentado pelas autoridades brasileiras.
Conde é investigado pela Polícia Federal por supostamente ter obtido e divulgado dados fiscais de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Espanha: apresentação voluntária
Segundo informações divulgadas na imprensa local, a investigação aponta que o empresário teria pago R$ 4,5 mil a um contador para obter declarações do Imposto de Renda de Viviane.
Em 1º de abril deste ano, agentes da PF tentaram cumprir mandados de busca e prisão contra Conde no Rio de Janeiro, mas não o localizaram. Ele já residia em Madri e posteriormente se apresentou de forma voluntária às autoridades espanholas.
A defesa de Conde contesta as acusações e também questiona a participação de Moraes na condução do inquérito. Os advogados pediram ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, o afastamento de Moraes da relatoria, sob o argumento de que a mulher do ministro aparece como suposta vítima na investigação, o que poderia configurar impedimento ou suspeição.
A decisão espanhola de colocar o empresário em liberdade não significa, por si só, que a Justiça espanhola tenha considerado improcedentes as acusações feitas no Brasil. A liberdade ocorre no âmbito do procedimento de extradição e não encerra necessariamente o processo brasileiro.
Moro quer presídio no Paraná com o nome de 'El Salvador'
Candidato ao governo paranaense cita redução dos homicídios e retomada de territórios no país de Nayib Bukele
Tauany Cattan
Ex-juiz federal, Sergio Moro foi ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
O senador Sergio Moro (PL), candidato ao governo do Paraná, anunciou nesta segunda-feira, 31, que pretende construir um presídio estadual de segurança máxima caso seja eleito. Segundo o parlamentar, a unidade será batizada de “El Salvador”, em referência à política de segurança pública adotada pelo presidente salvadorenho, Nayib Bukele.
O anúncio ocorreu durante um congresso sobre segurança pública promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista. Moro apresentou a proposta ao ministro da Segurança Pública e Justiça de El Salvador, Gustavo Villatoro, que participou do encontro.
Além de Moro, participaram o candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro, deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), e o ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo e candidato ao Senado, Guilherme Derrite (PP).
O candidato ao governo paranaense afirmou considerar “inspiradora” a experiência do país caribenho no combate ao crime organizado. Para Moro, a criação de uma unidade estadual de segurança máxima daria ao Paraná maior autonomia para administrar presos considerados de alta periculosidade.
“Não sei exatamente o motivo, mas está havendo dificuldade hoje para a inclusão de novos presos”, afirmou Moro. Segundo ele, a intenção é ter um presídio estadual de segurança máxima para garantir “autonomia de gestão”.
O ex-juiz também relacionou a proposta à experiência que teve à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Moro afirmou que, durante sua gestão, houve aumento no número de presos encaminhados às penitenciárias de segurança máxima.
Ao justificar a escolha do nome para o presídio, Moro destacou a redução dos assassinatos e a retomada de territórios que antes estavam sob influência de organizações criminosas em El Salvador.
Ministro de El Salvador critica organizações de Direitos Humanos
A política de segurança implantada por Bukele ganhou projeção internacional pelo enfrentamento às gangues e pelo encarceramento em massa. Um dos símbolos do modelo é o Centro de Confinamento do Terrorismo, megapresídio que, segundo dados oficiais, tem capacidade para 40 mil detentos.
Durante o evento da Fiesp, Villatoro defendeu as medidas adotadas pelo governo salvadorenho. O ministro afirmou que o estado de exceção utilizado no país é uma ferramenta constitucional para combater o que classificou como um “Estado criminoso paralelo”.
O chamado “modelo Bukele” costuma pautar o debate eleitoral brasileiro. Candidatos à Presidência como Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) já defenderam medidas inspiradas na política de segurança de El Salvador.
A estratégia salvadorenha, contudo, é alvo de críticas de organizações internacionais de direitos humanos, que relatam eventuais prisões arbitrárias, supostas violações do direito de defesa e denúncias de maus-tratos nas penitenciárias. O governo de Bukele contesta as críticas e afirma que as medidas foram necessárias para recuperar áreas anteriormente controladas por gangues.
Sobre isso, Villatoro chamou de “hipócritas” as organizações dos direitos humanos. O ministro disse que um regime de exceção é um instrumento constitucional.
“Um regime de exceção não traz soluções debaixo da manga”, afirmou Villatoro. “É simplesmente a ferramenta constitucional com a qual declaramos guerra a um Estado criminal paralelo.”
Além disso, Villatoro acrescentou que a aprovação do governo de Bukele passa de 90%, bem como a popularidade em relação às medidas na segurança pública. De acordo com Guilherme Derrite, quase 100% aprovam o modelo do país.
O ministro disse que El Salvador passou de 3,9 mil homicídios em 2015 para 82 em 2025, uma queda de cerca de 98%. Também afirmou que a impunidade para homicídios, que chegaria a 97% antes da atual política de segurança, caiu a zero.
Segundo Villatoro, os resultados são consequência da combinação entre repressão às organizações criminosas, mudanças na legislação e uma atuação mais integrada das forças de segurança e do Judiciário.
Passa de 950 o número de mortos pela enxurrada entre Nepal e China
Balanço das autoridades dos dois países aponta ainda 4,4 mil desaparecidos; equipes de resgate continuam as buscas
Pâmela Zacarias
A enxurrada que atingiu a região próxima à fronteira entre Nepal e China deixou 955 mortos e 4,4 mil desaparecidos, segundo os balanços divulgados pelas autoridades dos dois países nesta segunda-feira, 31. O desastre ocorreu em 26 de agosto.
No Nepal, o número de mortos chegou a 939, enquanto 3,9 mil pessoas continuam desaparecidas, de acordo com a Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres do Nepal . No lado chinês, na região autônoma do Tibete, 16 pessoas morreram e 546 estão desaparecidas, informou a CCTV, emissora estatal chinesa.
Buscas continuam no Nepal
As equipes de resgate continuam procurando sobreviventes e pessoas desaparecidas nas áreas atingidas. A força-tarefa também trabalha na remoção de destroços deixados pela enxurrada.
A onda de gelo, rochas e detritos atingiu aldeias e cidades, soterrou casas, derrubou pontes e arrastou veículos.
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o desastre começou com o colapso de uma geleira, que lançou uma grande quantidade de água e sedimentos rio abaixo.
O Nepal também iniciou o enterro de parte dos corpos recuperados. As autoridades coletaram amostras de DNA para permitir a identificação posterior das vítimas. Famílias procuram parentes em hospitais e centros de identificação.
Trabalhadores estão desaparecidos
No domingo 30, soldados e engenheiros do Exército nepalês avançaram pelos destroços para tentar alcançar trabalhadores que podem estar presos em um túnel de um complexo hidrelétrico.
As equipes conseguiram inserir uma tubulação no local e começaram a perfurar os escombros para abrir uma passagem.
No Tibete, os socorristas também enfrentam dificuldades. Um novo deslizamento provocou a formação de um lago e obrigou a equipe a deixar a área no domingo. No posto fronteiriço de Gyirong, considerado o epicentro da tragédia no lado chinês, os trabalhos avançaram apenas 285 metros devido às condições do terreno.
SUS promete oferecer 3 novos medicamentos contra câncer de pulmão
Tratamentos devem ser distribuídos gradualmente a partir de outubro
Fábio Bouéri
Rede pública vai disponibilizar medicamentos a partir de outubro, prevê SUS | Foto: Divulgação/Ministério da Saúde
O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer, a partir de outubro, três novos medicamentos para o tratamento do câncer de pulmão. O brigatinibe, o gefitinibe e o durvalumabe serão incorporados à rede pública de forma gradual, conforme a aquisição dos produtos e a estrutura de distribuição.
A medida foi anunciada pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira, 31. Segundo a pasta, cerca de 1,9 mil pacientes poderão ser beneficiados. Os medicamentos são considerados tratamentos de alta tecnologia. Na rede privada, podem custar centenas de milhares de reais por ano. O brigatinibe e o gefitinibe, por exemplo, são terapias-alvo de uso oral que atuam sobre alterações específicas das células cancerígenas.
Medicamentos permitem tratamento em casa
Uma das vantagens dessas terapias é a possibilidade de administração em casa, além de uma incidência menor de eventos adversos em comparação com alguns esquemas convencionais de quimioterapia. O uso depende, porém, das características do tumor e das condições clínicas do paciente.
O terceiro medicamento, durvalumabe, é uma imunoterapia que estimula a capacidade do sistema imunológico de combater as células cancerígenas. O tratamento será destinado a pacientes com câncer de pulmão em estágio III que não podem ser submetidos a cirurgia. Segundo o Ministério da Saúde, estudos demonstram ganho na sobrevida global dos pacientes.
Os três medicamentos serão financiados integralmente pelo governo federal por meio da Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), nova política criada para organizar a aquisição e a distribuição de medicamentos contra o câncer.
Ao todo, a AF-Onco prevê a oferta de 23 medicamentos oncológicos de alto custo, ampliando em 35% a oferta de tratamentos na rede pública. A estimativa do governo é atender mais de 100 mil pessoas, com orçamento anual de aproximadamente R$ 2,1 bilhões.
Redes sociais começam a suspender perfis de Renan Santos
Contas no TikTok e YouTube já foram derrubadas; plataformas atendem a uma medida de Toffoli
Mateus Conte
O TikTok e o YouTube suspenderam os perfis de Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, depois de decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impôs restrições à campanha nesta segunda-feira, 31.
Segundo a ByteDance Brasil, responsável pela plataforma no país, a empresa começou a preservar os dados determinados pelo ministro e informou que se manifestará sobre o fornecimento de informações relativas aos perfis dentro do prazo de 24 horas.
A decisão de Toffoli determinou a preservação dos conteúdos publicados desde 7 de agosto e a entrega de dados sobre postagens, impulsionamentos, recomendações, anúncios e alcance, segundo informações do jornal O Estado de S.Paulo.
Toffoli restringe campanha de Renan Santos
Além de suspender a propaganda eleitoral em perfis e endereços digitais que não foram informados à Justiça Eleitoral dentro do prazo, Toffoli interrompeu os repasses do fundo eleitoral à chapa e proibiu gastos com valores eventualmente já transferidos. O ministro também impediu Renan de participar de debates em rádio, televisão, podcasts ou outros meios de comunicação.
Toffoli afirmou que 16 perfis em redes sociais foram comunicados à Justiça Eleitoral 12 dias depois do pedido de registro da candidatura, apresentado em 7 de agosto. Segundo o ministro, endereços digitais preexistentes usados na campanha deveriam constar no requerimento de registro.
Renan Santos cofundou o Movimento Brasil Livre em 2014 e é o atual presidente do Partido Missão | Foto: Reprodução/Youtube/Canal Renan SantosNa decisão, o ministro afirmou que “a própria omissão de dados é indício de fraude à lei”. As medidas têm caráter cautelar e permanecem em vigor até nova decisão do TSE. O registro da candidatura de Renan não foi indeferido.
Renan classificou a medida como uma “cassação branca” e atribuiu as restrições a um suposto revanchismo pelas acusações feitas por ele sobre o envolvimento de Toffoli no caso Banco Master. A defesa informou que recorrerá da decisão e prepara um mandado de segurança no TSE para contestar a liminar.
Entenda como Carlos Brandão foi de aliado a rival de Flávio Dino
O atual governador foi vice do hoje ministro do Supremo Tribunal Federal
Anderson Scardoelli
Carlos Brandão e Flávio Dino, governador e ex-governador do Maranhão, em registro dos tempos de aliança política, em 2022 | Foto: Divulgação/Gilson Teixeira
Em 2014, uma aliança se formou na política do Maranhão. Na vitoriosa campanha a governador, Flávio Dino, então integrante do PCdoB, teve como companheiro de chapa o deputado federal Carlos Brandão (que estava no PSDB).
A parceria se renovou quatro anos depois, quando a dupla Dino e Brandão foi reeleita em 2018. Na ocasião, o vice-governador havia trocado o PSDB pelo PRB (atual Republicanos) — mas regressara ao tucanato em 2021.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), é um ex-aliado político de Flávio Dino | Foto: Kristiano Simas/AlemaCom Dino de governador e Brandão como vice, o grupo político comandou o Maranhão por mais de sete anos.
Para se candidatar a senador, Dino renunciou ao cargo de governador em 2 de abril de 2022. Antes, ele, que havia deixado o PCdoB para se filiar ao PSB, orquestrou a ida de Brandão, que assumiria o governo em seu lugar, para o mesmo partido que o seu.
À frente da máquina maranhense e como apoio público de Dino, Brandão foi reeleito governador do Maranhão em outubro de 2022. A parceria entre os dois, entretanto, se desfez.
Carlos Brandão X Flávio Dino
Reeleito governador, Carlos Brandão acabou por romper politicamente com Flávio Dino. Inclusive, o atual chefe do Poder Executivo maranhense se desfiliou do PSB em 2025 e, atualmente, faz parte dos quadros do MDB.
Um dos motivos da desavença entre os dois é que, conforme apurou Oeste, Brandão deixou de seguir todas as orientações repassadas por Dino.
Durante seu atual mandato, Brandão passou a demitir antigos aliados de Dino. O caso mais emblemático foi a demissão de Felipe Camarão (PT) do cargo de secretário da Educação.
Eleito vice-governador em 2022, Camarão teve protagonismo na gestão Dino. Antes da Secretaria da Educação, ele passou pelas pastas de Gestão e Previdência; Cultura; e Governo.
A briga com Carlos Brandão é apenas um exemplo de como Flávio Dino se tornou “O imperador do Maranhão”. Outros casos que mostram isso são apresentados na reportagem publicada na Edição 337 da Revista Oeste. A leitura está disponível aos assinantes da publicação que não aceita publicidade estatal.
Com redes sociais suspensas, Renan pede vídeos a apoiadores
As páginas do candidato em plataformas da Meta e no YouTube foram tiradas do ar na noite desta segunda-feira, 31
Yasmin Alencar
O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu a ajuda de apoiadores para manter o alcance de sua campanha na internet, depois de ter os perfis nas redes sociais suspensos por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A punição ocorreu em razão de o presidenciável não ter informado, no prazo legal, as contas virtuais que utilizaria durante a corrida eleitoral.
As páginas do candidato em plataformas da Meta e no YouTube foram tiradas do ar na noite desta segunda-feira, 31. O bloqueio atende a uma decisão do ministro Dias Toffoli.
Em gravação divulgada na plataforma Valete Plus, o integrante do Missão agradeceu as manifestações de solidariedade e afirmou que prevê a retomada dos perfis em até 48 horas.
“Só precisamos compensar o prejuízo de não ter redes sociais”, declarou o candidato. “Eu preciso, nesses um, dois dias, que vocês produzam muito conteúdo e tenham muitas visualizações por dois dias. Se eu recupero as redes, eu compenso isso. É um pedido, uma convocação.”
O presidenciável sustentou que manterá a curva de crescimento nas intenções de voto caso consiga superar os desdobramentos da medida judicial. “O crescimento nosso virá de qualquer forma”, disse.
A ordem do magistrado proíbe o candidato de veicular peças publicitárias na internet, de receber repasses do Fundo Eleitoral e de integrar sabatinas e debates. De acordo com Toffoli, Renan Santos obteve vantagem indevida ao descumprir o prazo de notificação dos canais oficiais à Justiça Eleitoral.
Na decisão, o ministro argumentou que o postulante não poderá realizar propaganda “por meio de quaisquer endereços eletrônicos de sítio, blog, rede social, sítio de mensagens instantâneas e aplicações de internet assemelhadas não informados tempestivamente à Justiça Eleitoral”.
Lula e Flávio aparecem com 44% das intenções de voto no 2º turno
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 27 e 31 de agosto; margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos
Yasmin Alencar
O presidente Lula da Silva e o candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro | Foto: Montagem sobre reprodução/Redes sociais
Um novo levantamento do instituto Real Time Big Data, divulgado nesta terça-feira, 1º, mostra empate na disputa pela Presidência da República em uma simulação de segundo turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registram 44% das intenções de voto.
Na sondagem, a parcela de eleitores que declaram voto nulo ou em branco atingiu 9%. Outros 3% afirmaram que não sabem ou preferiram não responder ao questionamento.
O relatório apresenta a evolução da série histórica no confronto direto entre os dois nomes
O relatório apresenta a evolução da série histórica no confronto direto entre os dois nomes. Em março, Lula marcava 42% das citações, ante 41% de Flávio. Em maio, o parlamentar figurou à frente numericamente, ao atingir 44%, enquanto o petista registrou 43%.
A liderança voltou ao atual chefe do Executivo nos levantamentos de junho (45% a 40%) e julho (45% a 42%), até a convergência registrada no indicador atual.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 27 e 31 de agosto. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo foi contratado com recursos do próprio instituto e recebeu o registro BR-03490/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Lula recebe Joesley Batista e empresários no Palácio da Alvorada
Encontro em Brasília reuniu bilionários do mercado financeiro às vésperas do primeiro turno
Erich Mafra
Empresários e banqueiros deixaram Brasília em jatinhos particulares na noite desta segunda-feira, 31, depois de um jantar no Palácio da Alvorada. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu o encontro para melhorar a relação com a elite econômica a apenas um mês do primeiro turno das eleições. Joesley Batista, André Esteves e Rubens Menin lideraram a comitiva.
A equipe econômica do governo organizou o evento em resposta a uma reunião recente entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e executivos em São Paulo. O encontro de Lula durou cerca de três horas e reuniu 16 convidados, conforme registro do portal Poder360. A lista contou com nomes de peso, como Roberto Setúbal, Luiz Carlos Trabuco Cappi e Ricardo Lacerda. O portal Metrópoles flagrou as saídas do Terminal Executivo do Aeroporto Internacional de Brasília a partir das 23h.
Independência do BC e promessa fiscal
Os donos do capital cobraram compromisso da gestão federal com o equilíbrio fiscal. Lula justificou os juros altos e transferiu a responsabilidade para a autonomia do Banco Central. O presidente negou atritos recentes com Gabriel Galípolo e declarou amizade com o comandante da autoridade monetária. O petista reforçou a ausência de influência do Executivo nas decisões da instituição aprovada pelo Congresso.
O formato do encontro privilegiou os empresários na abertura da rodada de discursos. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Aloizio Mercadante, e o vice-presidente Geraldo Alckmin discursaram em seguida. O ministro Dario Durigan (Fazenda) e o presidente do PT, Edinho Silva, também representaram a base governista nas negociações.
Vox: Tarcísio tem 55,3% contra 35,1% de Haddad no 1º turno em SP
Governador também lidera em eventual 2º turno, com 57,1% contra 36,3% do petista; confira números para o Senado no Estado
Lucas Cheiddi
À esquerda, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas; à direita, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad | Fotos: Reprodução/Wikimedia Commons
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a corrida pelo governo de São Paulo nas eleições de 2026, segundo levantamento da Vox Brasil divulgado nesta terça-feira, 1º. O chefe do Executivo paulista aparece com 55,3% das intenções de voto, enquanto o ex-ministro Fernando Haddad (PT) registra 35,1%, cenário em que ele venceria no primeiro turno.
A diferença entre os dois é de 20,2 pontos porcentuais. A pesquisa tem margem de erro de 2,55 pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Os demais candidatos aparecem com menos de 2% das intenções. Carlos Machado (PCB) registra 1,1%; Vera Lúcia (PSTU), 0,7%; Vivian Mendes (UP), 0,5%; Izadora Dias (PCO), 0,3%; e Policial Edjane (Agir), 0,3%.
Brancos e nulos correspondem a 4,3% dos entrevistados. Outros 2,4% não souberam ou preferiram não responder.
O levantamento ouviu 1.480 pessoas entre 29 e 31 de agosto. A pesquisa tem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-00940/2026.
Eventual 2º turno em SP

Modelo de urna eletrônica do sistema eleitoral brasileiro | Foto: Reprodução/TSE
Tarcísio também mantém vantagem sobre Haddad em uma eventual disputa de segundo turno. O governador aparece com 57,1% das intenções de voto, ante 36,3% do petista.
Nesse cenário, 3,1% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo. Outros 3,5% não souberam ou não quiseram responder.
Na apuração apenas dos votos válidos, Tarcísio soma 61,1%, enquanto Haddad chega a 38,9%.
Além disso, o petista lidera o índice de rejeição entre os candidatos ao governo paulista. Ao todo, 44,3% dos entrevistados disseram que não votariam em Haddad de forma alguma. Tarcísio aparece com 23,1%.
Izadora Dias tem 10,1% de rejeição; Vivian Mendes, 8,3%; Carlos Machado, 7,3%; Vera Lúcia, 5,5%; e Policial Edjane, 4,3%.
Senado
A pesquisa também mediu a intenção de voto para o Senado por São Paulo. Marina Silva (Rede) aparece numericamente na primeira posição, com 27,7%, seguida por André do Prado (PL), com 26,5%, e Simone Tebet (PSB), com 25,3%.
Na sequência, aparecem Guilherme Derrite (PL), com 18,1%, e Ricardo Salles (PL), com 17,5%. Os demais candidatos não ultrapassam 5%.
O cenário ainda apresenta alto índice de eleitores sem candidato definido. Segundo o levantamento, 41,1% não souberam ou não quiseram responder, enquanto 19,3% afirmaram votar em branco ou nulo.
Como cada entrevistado podia escolher até dois candidatos ao Senado, os porcentuais não precisam totalizar 100%.
Justiça Eleitoral suspende propaganda de Cleitinho por ausência de legenda
A liminar foi proferida pelo desembargador Paulo Calmon Nogueira da Gama e acolheu em parte a representação apresentada pelo também candidato ao Executivo mineiro Gabriel Azevedo (MDB)
Yasmin Alencar
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) determinou a suspensão de uma propaganda eleitoral do senador Cleitinho (Republicanos-MG), candidato ao governo do Estado, por causa da ausência de legenda nas falas transmitidas.
A liminar foi proferida pelo desembargador Paulo Calmon Nogueira da Gama e acolheu em parte a representação apresentada pelo também candidato ao Executivo mineiro Gabriel Azevedo (MDB). O processo questionava ainda a aparição do parlamentar com o uniforme do América-MG, ponto descartado pelo magistrado.
Para assegurar o cumprimento imediato da ordem, a Justiça Eleitoral notificou as geradoras do horário gratuito na televisão para interromperem a exibição do material no formato original.
O tribunal fixou o prazo de dois dias para a apresentação de contestação pelos citados, antes do envio do caso ao Ministério Público Eleitoral.
A representação do MDB demonstrava que a camisa da agremiação esportiva configurava propaganda comercial vedada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em virtude da exibição da logomarca da fornecedora de material esportivo e do escudo do clube.
O desembargador rejeitou a tese por avaliar que a vestimenta faz parte da caracterização do candidato. “Se apresenta como pessoa de trajes simples encontradiços naquele ambiente, em que frequentou na condição de antigo verdureiro”, afirmou a decisão.
O magistrado anotou no despacho que o traje não configura infração eleitoral. “A mera presença desses sinais na vestimenta, sem outros elementos que evidenciem propósito promocional autônomo, não se mostra suficiente, por si só, para caracterizar a utilização comercial ou a promoção de marca ou produto vedada”, afirma o desembargador.
Juristas contestam sanção imposta por Toffoli a Renan Santos
Movimento de direita aponta quebra de isonomia no bloqueio eleitoral do partido Missão
Erich Mafra
Cristyan Costa
O Movimento dos Advogados de Direita Brasil cobrou a revisão da punição imposta ao candidato Renan Santos (Missão). A organização publicou uma nota na segunda-feira, 31, para contestar a decisão do ministro Dias Toffoli. O magistrado bloqueou o dinheiro público da chapa presidencial e proibiu a presença do político em debates por causa de atraso no registro de redes sociais.
A entidade considerou as restrições exageradas. Os advogados reconheceram o erro da campanha na entrega das informações. A demora no repasse dos dados, contudo, não justifica o impedimento da disputa. “Uma irregularidade relativa à comunicação de perfis eletrônicos pode justificar restrições tão amplas à participação política de um candidato?”, indagou o documento.
O texto apontou a ocorrência de tratamento desigual no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A própria liminar de Toffoli citou a existência de outros concorrentes com atrasos idênticos na declaração dos canais de internet. O juiz aplicou o bloqueio extremo apenas contra o nome do Missão. “A regra eleitoral deve valer de forma igual para todos”, cobrou o grupo.
Falência de supermercado afeta dezenas de lojas e 5 mil funcionários
Medida encerra o processo de recuperação judicial pleiteado pelo grupo em outubro de 2025
Por Jair Mendonça Jr

Grupo Ricoy - Foto: Divulgação Grupo Ricoy
A Justiça de São Paulo decretou a falência do Grupo Ricoy e de 33 empresas vinculadas à rede de supermercados. A sentença foi proferida em 28 de agosto pela juíza Fernanda Perez Jacomini, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da capital.
A medida encerra o processo de recuperação judicial pleiteado pelo grupo em outubro de 2025. Na ocasião do protocolo inicial, o passivo consolidado ultrapassava R$ 461 milhões, distribuídos entre credores trabalhistas, fornecedores e pequenas empresas.
Trajetória e expansão
Grupo Ricoy - Foto: Divulgação Grupo RicoyFundado por meio da união das marcas Riviera e Yokoi na Zona Sul de São Paulo, o Grupo Ricoy ampliou a atuação no varejo por meio de aquisições de redes regionais — como o Grupo Russi — e da implementação da bandeira Vencedor Atacadista.
No ápice operacional, a companhia operou 96 unidades distribuídas em mais de 70 municípios paulistas, contando com um quadro superior a 5 mil colaboradores diretos.
Fatores da crise e encerramento
No laudo econômico anexado ao processo de recuperação judicial, a administração apontou os seguintes motivos para o endividamento:
Aumento da concorrência no setor supermercadista.
Elevação de custos logísticos e tributários.
Patamares elevados de taxas de juros.
Impactos fiscais decorrentes da incorporação de outras redes.
O plano de reestruturação apresentado pela empresa não obteve a aprovação dos credores em assembleia realizada em julho. Uma proposta alternativa redigida por credores falhou em atingir o quórum legal mínimo para votação.
A administradora judicial reportou nos relatórios mensais a interrupção no envio de documentos contábeis e financeiros, o fechamento progressivo de unidades e o esvaziamento das atividades comerciais.
Com a conversão para a falência, os ativos remanescentes do grupo serão arrecadados e comercializados para a liquidação dos débitos perante os credores, conforme a ordem estabelecida na legislação.
Mulher invade salão, esfaqueia manicure e destrói estabelecimento no interior da Bahia
Manicure foi surpreendida pela suspeita enquanto trabalhava e acabou ferida
Por Luan Julião

Policiais encontraram marcas de sangue no piso e a faca usada no ataque jogada no chão - Foto: Reprodução Polícia Civil
Uma mulher de 39 anos foi detida após atacar uma manicure de 29 anos com uma faca dentro de um salão de beleza, no bairro Bolívia, em Ipirá, no interior da Bahia. O caso aconteceu na manhã de sábado, 29.
Segundo informações preliminares, a suspeita chegou ao estabelecimento na garupa de um motoboy e perguntou à vítima, Vanessa da Silva Marinho, se ela era Vanessa. Em seguida, questionou se a manicure conhecia um homem. Após Vanessa responder que não, a mulher teria iniciado uma discussão, passado a xingá-la e a agredi-la.
No momento do ataque, outras três pessoas estavam no salão: duas clientes e uma profissional que trabalhava com Vanessa. As mulheres gritaram e ajudaram a manicure a escapar da agressora.
Vanessa conseguiu correr até o banheiro do estabelecimento e se trancou no local. Conforme relatou, a suspeita tentou entrar, chegou a chutar a porta, mas não conseguiu.
Além de ferir a manicure, a suspeita destruiu parte do salão. Imagens do local mostram os danos provocados durante o episódio.
A Polícia Militar foi acionada após receber informações sobre um desentendimento entre duas mulheres. Quando chegaram ao estabelecimento, os policiais encontraram a suspeita agitada na parte dos fundos do salão e realizaram a detenção.
De acordo com a PM, havia marcas de sangue no piso e a faca usada no ataque estava jogada no chão, no lado esquerdo do estabelecimento. Nenhum outro objeto foi encontrado com a mulher durante a abordagem.
Vanessa foi encaminhada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico.
Eduardo Bolsonaro enfrenta novo julgamento decisivo no STF
Ex-deputado federal tinha recebido pena superior a 4 anos de prisão, em junho, pelo crime de coação
Por Yuri Abreu

Ex-deputado Eduardo Bolsonaro - Foto: Reprodução/Flickr Eduardo Bolsonaro
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar, entre os dias 11 e 18 de setembro, o recurso da defesa do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) contra a condenação do liberal pela atuação dele nos Estados Unidos.
Em junho, o "filho 03" do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia recebido uma pena de quatro anos e dois meses de prisão — em regime inicialmente semiaberto — pelo crime de coação na tentativa de intimidar o Judiciário brasileiro e impedir a análise da trama golpista.
O recurso será julgado pela Primeira Turma da corte, formada por Alexandre de Moraes — ministro da Corte que marcou a data do julgamento —, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.
Pena dada a Eduardo Bolsonaro
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) amargou uma baixa, no dia 16 de junho, com o voto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para condená-lo pelo crime de coação no curso do processo — o futuro dele foi decidido por unanimidade na Primeira Turma da Corte.
Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão e ao pagamento de 50 dias-multa — um dia-multa equivale a dois salários mínimos. A pena deverá começar a ser cumprida em regime semiaberto.
No entendimento de Moraes, que é relator do processo, o ex-parlamentar atuou para constranger ministros da Corte no exterior e interferir no andamento da Justiça.
Entre as medidas que levaram ao constrangimento, segundo o magistrado, estiveram:as articulações do político com as autoridades dos Estados Unidos, incluindo o próprio Donald Trump;
defesa de sanções contra o STF e o Brasil, classificadas como grave ameaça às instituições judiciárias e ao governo brasileiro.
Mulher descobre que era filmada nua no banheiro do trabalho pelo patrão
Empresário admitiu ter colocado celular no banheiro
Por Victoria Isabel

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Uma mulher de 26 anos afirma ter descoberto que era filmada nua enquanto usava o banheiro da imobiliária onde trabalhava em Santa Juliana, no Triângulo Mineiro. Segundo o relato, as imagens teriam sido feitas pelo ex-patrão dela, um empresário de 53 anos.
O caso foi registrado pela Polícia Militar em 29 de junho e é investigado como importunação sexual e registro não autorizado da intimidade sexual. A informação foi divulgada inicialmente pelo g1, que teve acesso ao relato da vítima e ao registro da ocorrência.
De acordo com a mulher, a descoberta aconteceu quando ela precisou utilizar o celular pessoal do empresário para pagar uma marmita. Ao manusear o aparelho, ela teria acessado, sem intenção, as abas abertas e encontrado fotos e vídeos nos quais aparecia nua.
A vítima contou que fotografou a tela do celular para guardar uma possível prova e deixou o local. Posteriormente, decidiu confrontar o ex-patrão. Conforme o boletim de ocorrência, houve uma discussão e o empresário teria dado um tapa no rosto dela. Os dois entraram em luta corporal e foram encaminhados para atendimento médico e, depois, à delegacia.
Empresário admitiu ter colocado celular no banheiro
Ainda conforme o registro policial, o empresário admitiu durante o depoimento que havia escondido um celular no banheiro com o objetivo de fazer as gravações. Ele afirmou, porém, que não teria compartilhado as imagens e negou outras acusações feitas pela ex-funcionária.
Ao todo, seis celulares foram apreendidos e encaminhados para investigação.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) informou que o processo tramita sob segredo de Justiça e, por isso, não poderia fornecer mais detalhes sobre o caso.
Aproximação teria aumentado antes da descoberta
A mulher relatou que já havia trabalhado na imobiliária anteriormente e retornou ao estabelecimento após receber um convite do empresário. Segundo ela, foi durante esse segundo período que percebeu mudanças no comportamento do ex-patrão.
A vítima afirmou que ele passou a procurar maior proximidade e a solicitar que ela o acompanhasse em atividades que antes realizava sozinho. Ela disse que, apesar das tentativas de aproximação, procurava manter apenas uma relação profissional.
Segundo o relato, a situação chegou a deixá-la desconfortável a ponto de considerar procurar outro emprego. No entanto, ela afirmou que permaneceu na empresa por depender da renda para sustentar a casa.
Com o passar do tempo, a mulher também teria percebido comportamentos que considerava estranhos. Ela contou que o empresário utilizava dois celulares e que passou a acessar conteúdos de suas redes sociais, o que aumentou sua desconfiança.
O caso permanece sob investigação e tramita em segredo de Justiça.
Candidato a deputado estadual na Bahia é detido durante motociata; vídeo mostra abordagem
Caso ocorreu durante evento em Alagoinhas. Thiancle Araújo (PSD) afirmou ter sido vítima de abuso de autoridade e agressões físicas.
Por g1 Feira de Santana e região
O candidato a deputado estadual Thiancle Araújo (PSD) foi detido pela Polícia Militar neste domingo (30) em Alagoinhas, Bahia. Ele participava de uma motociata de campanha.
A corporação afirmou que apurava denúncias de direção perigosa na via. Segundo o registro, houve recusa em cumprir determinações, resistência e ofensas aos policiais.
Thiancle Araújo afirma ter sido vítima de abuso de autoridade e agressões físicas. A defesa diz que o ato político havia sido comunicado previamente à Polícia Militar.
Candidato a deputado estadual na Bahia é detido durante motociata
O ex-prefeito de Castro Alves e candidato a deputado estadual Thiancle Araújo (PSD) foi detido e conduzido à Delegacia Territorial (DT) de Alagoinhas, no interior da Bahia, na tarde de domingo (30), após uma confusão durante uma motociata realizada como parte de sua campanha eleitoral.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que o político conversa com policiais militares durante a abordagem. (Veja vídeo acima)
A Polícia Militar afirma que foi acionada para averiguar uma denúncia de direção perigosa e possíveis infrações de trânsito nas proximidades de uma antiga pista de pouso, no bairro Alagoinhas Velha.
Ainda conforme a PM, durante o deslocamento, os policiais visualizaram motocicletas com possíveis irregularidades, como alterações no sistema de escapamento, ausência de placa de identificação e placas parcialmente encobertas. Os agentes determinaram a parada dos veículos para abordagem e verificação.
A corporação afirmou que um dos condutores se recusou a cumprir as determinações dos policiais, identificou-se verbalmente como advogado e disse que não desembarcaria da motocicleta. Conforme o registro da ocorrência, mesmo após a ordem ter sido reiterada, houve resistência à abordagem e ofensas aos integrantes da guarnição.
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Candidato a deputado foi detido durante motociata após confusão em Alagoinhas — Foto: Revista Recôncavo
A PM relatou ainda que, durante a intervenção, um policial foi empurrado. Segundo a corporação, diante da resistência e da percepção de que dois homens presentes poderiam estar armados, foram adotados procedimentos de segurança para controlar a situação. Posteriormente, os dois foram identificados como policiais militares.
De acordo com a PM, foi necessário utilizar algemas para garantir a segurança dos envolvidos e a continuidade do procedimento. O conduzido foi apresentado na Delegacia Territorial de Alagoinhas, onde a ocorrência foi registrada por meio de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
Versão do candidato
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Thiancle Araújo — Foto: Anderson Dias | Site Política In Rosa
Thiancle Araújo afirmou ter sido vítima de abuso de autoridade e agressões físicas durante o ato de campanha. Segundo a assessoria do candidato, ele participava de uma motociata com mais de 150 motociclistas, ao lado do candidato a deputado federal Marcola, quando foi abordado pelos policiais.
A defesa afirmou que o ato fazia parte da agenda oficial de campanha e havia sido previamente comunicado ao comando da Polícia Militar. Também informou que o veículo utilizado para o som da mobilização havia sido contratado para a atividade.
O candidato afirma ainda que ao tentar conversar com os policiais e explicar que se tratava de um evento político, foi retirado à força da motocicleta e agredido. Além disso, diz também que a identificação não foi solicitada antes da abordagem.
O candidato, que também é advogado, foi posteriormente conduzido à unidade policial. Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acompanharam o caso.
Thiancle afirmou ainda que o episódio não foi isolado e relaciona a abordagem ao que considera uma perseguição por sua atuação pública e defesa de pautas ligadas a pessoas socialmente vulneráveis.
A assessoria informou que serão adotadas medidas legais para apurar o caso e que a atuação da Polícia Militar também será questionada pelas entidades que acompanham a situação.
‘Grau de moto’
Thiancle Araújo é conhecido por defender a prática do chamado “grau de moto”, que consiste na realização de manobras com motocicletas. A atividade faz parte das pautas políticas defendidas pelo candidato e é alvo de debates sobre regulamentação.
As imagens divulgadas nas redes sociais mostram parte da abordagem e devem ser analisadas no decorrer da apuração.
O g1 procurou a Polícia Civil sobre o caso, mas até a última atualização desta reportagem, não teve retorno.
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Mateus Conte
Helicópteros Apache dos Estados Unidos sobrevoam o Estreito de Ormuz durante operação militar | Foto: Centcom/Divulgação
Mateus Conte
O TSE é responsável por garantir a lisura e a legalidade das eleições no Brasil | Foto: Agência Brasil/Divulgação.
Mateus Conte
Bandeiras da União Europeia e de países do bloco | Foto: Dušan Cvetanović/Pixabay
Mateus Conte
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro são candidatos à Presidência da República | Foto: Montagem da Revista Oeste, a partir de imagens de Ricardo Stuckert e Jefferson Rudy/Agência Senado
Ministra Estela Aranha durante Sessão Plenária do Tribunal Superior Eleitoral – 20/08/2026 | Foto: Antonio Augusto/TSE
Anderson Scardoelli
Marcelo Tavares da Silva se tornou conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) durante o governo de Flávio Dino | Foto: Reprodução/IMaranhão
Lucas Cheiddi
À esquerda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; à direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)| Foto: Montagem sobre redes sociais

Cenários de 2º turno | Foto: Reprodução/BTG/Nexus
EUA atacam Irã pela 1ª vez em um mês, e Teerã revida contra bases na Jordânia
Forças norte-americanas atingiram lançadores na ilha iraniana de Larak
Mateus Conte
Helicópteros Apache dos Estados Unidos sobrevoam o Estreito de Ormuz durante operação militar | Foto: Centcom/Divulgação
Forças dos Estados Unidos atingiram dois lançadores de mísseis iranianos na ilha de Larak, no Estreito de Ormuz, neste domingo, 30. Horas depois, o Irã retaliou com ataques contra forças dos EUA na Jordânia. Segundo fontes ouvidas pela Fox News, quase todos os mísseis lançados no revide foram interceptados e, até o momento, não há relatos de impactos significativos.
O Comando Central dos EUA confirmou à Fox News o ataque à ilha iraniana. De acordo com o órgão, integrantes da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã preparavam o lançamento de foguetes e a instalação de minas marítimas no Estreito de Ormuz quando ocorreu a ofensiva norte-americana.
A Guarda Revolucionária afirmou que o ataque dos EUA deixou combatentes iranianos e civis mortos e feridos, mas não divulgou um balanço das vítimas, segundo informações da Reuters reproduzidas pela Fox News.
Irã lança mísseis e drones contra bases dos EUA
Posteriormente, a Guarda Revolucionária declarou que lançou mísseis balísticos e drones contra duas bases aéreas dos EUA na Jordânia em resposta ao ataque em Larak. O agrupamento afirmou que atingiu áreas de infraestrutura técnica e de manutenção, além de locais onde aviões de combate estavam estacionados, e alegou ter causado “danos pesados”.
Uma fonte norte-americana, porém, disse à Fox News não haver registro de impactos significativos e relatou a interceptação de quase todos os mísseis. As Forças Armadas da Jordânia também informaram ter interceptado oito projéteis iranianos que entraram no espaço aéreo do país, conforme a Reuters.
Os ataques ocorrem em meio às operações militares no Estreito de Ormuz. Os EUA informaram neste domingo que suas forças já redirecionaram mais de 80 navios comerciais, desabilitaram três embarcações e abordaram outras duas durante a aplicação do bloqueio a portos iranianos na região.
Vazamento de gás provoca incêndio na casa de Nunes Marques
Bombeiros levaram cerca de 40 minutos para conter as chamas na residência do presidente do TSE
Mateus Conte
Um vazamento de gás provocou um incêndio na casa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, no fim da tarde deste domingo, 30, no Lago Sul, em Brasília. Ninguém se feriu.
Segundo informações publicadas pelo portal Metrópoles, o fogo começou em um botijão de gás conectado a um forno instalado na área externa da residência. Nunes Marques estava no imóvel no momento do incêndio. As chamas ganharam intensidade em razão do telhado de acrílico do local.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal recebeu o chamado para atender à ocorrência às 18h54. A operação para controlar as chamas durou cerca de 40 minutos. Segundo informações divulgadas pela assessoria de imprensa do TSE, o incêndio ficou restrito à área externa da casa.
O TSE é responsável por garantir a lisura e a legalidade das eleições no Brasil | Foto: Agência Brasil/Divulgação.Nunes Marques preside o TSE desde maio
Nunes Marques assumiu a presidência do TSE em 12 de maio deste ano. O ministro havia sido eleito pelo plenário da Corte em abril e sucedeu Cármen Lúcia no comando do tribunal. André Mendonça ocupa a vice-presidência.
Antes de assumir a presidência, Nunes Marques exercia a vice-presidência do TSE desde junho de 2024. Ele integra a Corte Eleitoral como ministro efetivo e também é ministro do Supremo Tribunal Federal desde novembro de 2020.
Islândia rejeita retomar negociações para entrar na União Europeia
Referendo terminou com 52,8% dos votos contrários
Mateus Conte
A Islândia rejeitou, em referendo realizado neste sábado, 29, a retomada das negociações para aderir à União Europeia. Segundo a emissora pública RÚV, 52,8% dos eleitores votaram contra a reabertura das conversas, enquanto 47,2% apoiaram a proposta.
Ao todo, 118 mil votos foram contrários e 105 mil favoráveis. A participação chegou a 82,5%, maior índice registrado no país desde as eleições parlamentares de 2009. Foram contabilizados ainda 1,6 mil votos brancos ou inválidos, equivalentes a 0,7% do total.
O resultado mostrou diferenças regionais. Em Reykjavík, capital do país, a retomada das negociações venceu nas duas circunscrições, com 57,5% no norte da cidade e 54,5% no sul. Já em outras regiões do país, a rejeição superou 60% em algumas áreas.
Bandeiras da União Europeia e de países do bloco | Foto: Dušan Cvetanović/PixabayNegociações com a Islândia estavam paradas desde 2013
A Islândia apresentou formalmente um pedido de adesão à União Europeia em julho de 2009 e começou as negociações no ano seguinte. O processo foi interrompido depois das eleições parlamentares de 2013. Dois anos mais tarde, o então ministro das Relações Exteriores anunciou o encerramento formal das conversas.
Em março de 2026, o governo aprovou uma resolução para consultar a população sobre a retomada do processo. A primeira-ministra Kristrún Frostadóttir afirmou, à época, que o referendo não trataria diretamente da entrada do país no bloco. Caso as negociações fossem retomadas e resultassem em um acordo, uma nova votação decidiria sobre a adesão.
Antes do pleito, a comissária europeia para Ampliação, Marta Kos, afirmou que a Islândia já era uma parceira estratégica da União Europeia e integrava seu mercado interno. Segundo ela, “as negociações sobre a adesão à UE são específicas para cada país e levamos em consideração as realidades dos países candidatos”.
TSE suspende propaganda eleitoral de Lula que atacava Flávio
Ministra vê grave descontextualização em peça que associa candidato do PL a crimes
Mateus Conte
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro são candidatos à Presidência da República | Foto: Montagem da Revista Oeste, a partir de imagens de Ricardo Stuckert e Jefferson Rudy/Agência Senado
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou neste domingo, 30, a suspensão de uma propaganda da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Flávio Bolsonaro (PL). A ministra Estela Aranha concedeu uma liminar e proibiu Lula e a coligação Brasil Pronto Pra Mais de fazer nova divulgação da peça apontada como irregular.
A inserção, intitulada “Conheça o currículo de Flávio Bolsonaro”, afirma que o candidato começou a carreira como “funcionário fantasma” e foi “denunciado por lavagem de dinheiro e organização criminosa no escândalo da rachadinha”.
A peça também menciona uma homenagem feita por Flávio ao policial militar Adriano da Nóbrega e, em outro trecho, diz que o candidato foi “flagrado pela Polícia Federal pedindo 134 milhões no escândalo do Banco Master”.
Ao analisar o pedido, Estela afirmou haver, nesta fase do processo, elementos suficientes para concluir que o conteúdo “extrapola os limites da crítica política”. Segundo a ministra, a propaganda associa o candidato a organizações criminosas “sem indicação de qualquer dado concreto, investigação formal ou imputação jurídica que ampare as alegações”.
Ministra Estela Aranha durante Sessão Plenária do Tribunal Superior Eleitoral – 20/08/2026 | Foto: Antonio Augusto/TSETSE aponta descontextualização contra Flávio
A relatora destacou especialmente a afirmação de que Flávio estaria “denunciado por organização criminosa”. Conforme a decisão, houve de fato uma denúncia contra o candidato, mas ela acabou arquivada sem condenação.
“A propaganda, portanto, passa ao eleitor a falsa informação no sentido de que o candidato estaria presentemente denunciado por crimes gravíssimos, situação que não corresponde com a realidade e que caracteriza grave descontextualização”, escreveu Estela.
A ministra ressaltou, contudo, que a decisão não representa um julgamento definitivo sobre “a veracidade histórica de cada episódio mencionado pela propaganda”. Nesta etapa, o TSE analisa se existem elementos suficientes para justificar a suspensão enquanto o processo continua.
Na canetada, Dino deixa aliado no comando do Tribunal de Contas do Maranhão
Por meio de decisão monocrática, ministro do STF afastou presidente do órgão; consequentemente, função ficou com ex-secretário do magistrado
Anderson Scardoelli
Marcelo Tavares da Silva se tornou conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) durante o governo de Flávio Dino | Foto: Reprodução/IMaranhão
Mesmo fora do governo maranhense desde 2 de abril de 2022, Flávio Dino segue como agente responsável por movimentações na política local. Graças a uma decisão monocrática dele no Supremo Tribunal Federal (STF), um antigo aliado assumiu a presidência do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA).
Em 17 de agosto, Dino determinou, na canetada, o afastamento por 180 dias de Daniel Itapary Brandão do cargo de presidente do TCE-MA e, consequentemente, das atribuições de conselheiro do órgão. Sobrinho do atual governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), ele chegou à Corte de Contas por indicação dos deputados estaduais.
Daniel, de acordo com o parecer do ministro do STF, é suspeito de obstrução de Justiça nas investigações sobre o assassinato de um empresário em São Luís. O crime em questão ocorreu em agosto de 2022.
A partir da decisão monocrática de Dino que resultou no afastamento de Daniel, Marcelo Tavares da Silva passou a responder a presidência do TCE-MA. Também formalmente indicado pelo Legislativo estadual, ele é aliado de longa data do hoje ministro do Supremo.
Eleito deputado estadual em quatro ocasiões, Tavares da Silva serviu como secretário-chefe da Casa Civil do governo do Maranhão de 1º de janeiro de 2015 a 27 de agosto de 2021. Dino era o governador no período. Três dias depois de deixar o Executivo, teve o nome aprovado para integrar o quadro de conselheiros do TCE-MA.
Outras intervenções de Dino no TCE-MA
A situação que envolve Daniel, e por tabela o ganho de cargo por Tavares da Silva, não é a única intervenção de Dino no TCE-MA. Atualmente, há duas vagas em aberto na Corte de Contas em razão de decisões monocráticas do ministro do STF.
As duas indicações em questão se referem a aliados de Carlos Brandão. Ex-vice e ex-aliado de Dino, ele se tornou rival político do agora magistrado.
Para além do TCE-MA, reportagem publicada na Edição 337 da Revista Oeste mostra outros favores que mostram que Dino pode ser chamado de “O imperador do Maranhão”. A leitura na íntegra da matéria está disponível de forma exclusiva à base de assinantes da publicação digital que não aceita propaganda estatal.
BTG/Nexus mostra empate técnico entre Lula e Flávio no 2º turno
Levantamento mostra petista com 46% das intenções de voto, contra 45% do liberal; margem de erro é de 2 pontos porcentuais
Lucas Cheiddi
À esquerda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; à direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)| Foto: Montagem sobre redes sociais
Um novo levantamento do BTG Pactual/Nexus, divulgado nesta segunda-feira, 31, mostra um cenário acirrado na disputa presidencial, em caso de segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O petista registra 46% das intenções de voto, enquanto o liberal aparece com 45%, situação de empate técnico em razão da margem de erro.
O estudo ouviu 2.005 eleitores brasileiros entre os dias 28 e 30 de agosto, com margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e grau de confiança de 95% por cento. A pesquisa tem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-08900/2026, e o custo foi de R$ 164.888,89, pago pelo BTG Pactual.
Simulações contra Lula

Modelo de urna eletrônica do sistema eleitoral brasileiro | Foto: Reprodução/TSE
Entre os cenários simulados para o segundo turno, Lula lidera em todos os confrontos contra adversários da oposição. Na disputa contra Ronaldo Caiado, Lula soma 45% ante 44% do ex-governador de Goiás, com 10% de brancos ou nulos e 1% de “não sabe ou não respondeu”.
Já nos embates contra Romeu Zema e Renan Santos, o presidente amplia sua vantagem: 46% a 41% sobre Zema, com 12% de brancos ou nulos; e 47% a 38% sobre Renan Santos, com 14% de brancos ou nulos.
Cenários de 2º turno | Foto: Reprodução/BTG/NexusNo 1º turno, Lula também aparece na dianteira em dois cenários avaliados. No principal, soma 39% das intenções, enquanto Flávio Bolsonaro tem 33%. Augusto Cury parece na sequência com 11%; Ronaldo Caiado, 5%; Renan Santos, 3%; Romeu Zema e Samara, 1% cada. Rui Costa Pimenta, Hertz Dias, Edmilson Costa, Wilson Grassi e Clariana Barão não pontuaram. Votos brancos, nulos ou nenhum dos pré-candidatos somaram 3%, mesmo índice de indecisos.
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