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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Silvio Muniz prestigia Cavalgada em Piri e reforça laços com o interior de Sento Sé


O último Sábado de Aleluia (04) foi de celebração e tradição na comunidade de Piri, interior de Sento Sé. Silvio Muniz, figura pública sempre presente nas comunidades do município, esteve na localidade prestigiando a tradicional cavalgada, evento que reuniu moradores e amantes da cultura vaqueira de toda a região.

Conhecido por sua proximidade com o povo, Silvio aproveitou a oportunidade para dialogar com amigos e ouvir as demandas locais. Para ele, eventos como a cavalgada são essenciais para manter viva a identidade do homem do campo e as tradições que formam a base da cultura sentoseense.

"Estar em Piri é sempre uma alegria. Mais do que prestigiar a festa, o que realmente importa é esse contato direto. O que vale é o aperto de mão sincero, o abraço e cada gesto de carinho que recebo da nossa gente. Valorizar nossas tradições é valorizar o nosso povo", afirmou Silvio Muniz.

A recepção calorosa dos moradores reforça o perfil de Silvio como alguém acessível e comprometido com o bem-estar das diversas regiões do município. A participação ativa em eventos culturais e sociais tem sido uma marca de sua trajetória, sempre pautada no respeito às raízes de Sento Sé.

Por Silvio Muniz

QUEM DEVE ZELAR PELA ILHA DO FOGO?

Ilha do fogo abandonado pelas autoridades de Juazeiro e Petrolina






Até hoje nenhuma das prefeitura das duas cidades nunca assumiram de verdade administração desse ponto turistico .

sem segurança da guarda municipal e nem da policia minitar de de ambas as cidades, Lixo ,mato ,banheiros sujo,a Ilha está suja e banhista abandonado por autoridades que não estão cuidando do nosso ponto turístico.

Barraqueiros fazem de tudo pra manter funcionando ,mais é pouco enao podem assumir funções dos poderes públicos omissos ou calados de propósito ?

A Ilha do fogo é carente de salva vidas e nenhuma segurança municipal ou estadual.

Ate quando as autoridades de Juazeiro e Petrolina ficarão calados

Irã endurece controle sobre o Estreito de Ormuz

A República Islâmica segue, assim, ignorando as ameaças dos Estados Unidos

Redação Oeste

Navios de carga no Golfo, perto do Estreito de Ormuz , vistos do norte de Ras al-Khaimah, próximo à fronteira com a região administrativa de Musandam, em Omã, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã — 11/3/2026 | Foto: Stringer/File Photo/Reuters

Por Paulo Faria*

O Irã avança para um modelo de controle seletivo no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e gás. A República Islâmica segue, assim, ignorando as ameaças dos Estados Unidos.

A movimentação inclui, segundo a emissora árabe Al Jazeera, discussão sobre cobrança de taxas de trânsito, criação de mecanismos de fiscalização. O governo iraniano também estuda impor restrições a embarcações de países considerados hostis pelo regime. São os casos, por exemplo, dos EUA e de Israel.

O endurecimento sobre o controle de Ormuz ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio. A decisão do Irã reforça o uso do estreito como instrumento de pressão geopolítica, especialmente diante da presença e dos interesses ocidentais na região.

O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e concentra parte relevante do transporte global de petróleo | Foto: Jacques Descloitres/Nasa
Irã versus EUA

Na prática, Teerã sinaliza que o cenário no Golfo Pérsico não deve voltar ao padrão anterior, com impacto potencial direto sobre EUA, Israel e a estabilidade do comércio marítimo internacional.

Na rede social Truth Social, o presidente norte-americano, Donald Trump, publicou, neste domingo, 5, que o prazo para o Irã liberar o Estreito de Ormuz termina na próxima terça-feira, 7. Ou seja, o chefe da Casa Branca deu pouco menos de 48 horas.

*Jornalista e advogado. Diretamente de Washington, D. C..

BC definiu sigilo de 8 anos em documentos da liquidação do Master

Formalizada em novembro de 2025, medida estabelece que processos só estarão disponíveis ao público em novembro de 2033

Lucas Cheiddi

A liquidação do Banco Master e de suas subsidiárias, decretada em 18 de novembro de 2025, é um dos episódios mais emblemáticos e potencialmente mais impactantes | Foto: Shutterstock

Documentos referentes ao encerramento das operações do Banco Master permanecerão sob sigilo por oito anos, conforme decisão do Banco Central (BC). A medida, formalizada em novembro de 2025 pelo presidente Gabriel Galípolo, estabelece que os processos só estarão disponíveis ao público em novembro de 2033.

Segundo o órgão, a divulgação antecipada desses arquivos poderia ameaçar a estabilidade financeira, econômica e monetária do Brasil. A justificativa apresentada à CNN Brasil destaca também riscos para investigações ou fiscalizações em andamento, além de possíveis impactos nas atividades de inteligência.

Esclarecimentos sobre o sigilo do BC ao caso Master
O ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro | Foto: Divulgação/SAP

No fim de março, o ministro Jhonatan de Jesus, relator do Tribunal de Contas da União (TCU) para o caso, solicitou que o BC esclareça quais documentos ou trechos devem permanecer restritos e quais estão disponíveis. O despacho, expedido no dia 24 de março, tem o objetivo de detalhar a necessidade do sigilo sobre os materiais anexados ao processo.

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em novembro de 2025. O órgão citou “grave crise de liquidez” e “graves violações” às regras do Sistema Financeiro Nacional.

“A decretação do regime especial nas instituições foi motivada pela grave crise de liquidez do Conglomerado Master e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira”, informou a autoridade monetária na época, conforme nota oficial. “Além disso, por graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN).”

Além do Banco Master S/A, também passaram por processo de liquidação o Banco Master de Investimento S/A, o Banco Letsbank S/A e a Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários. Dados do BC mostravam que o grupo Master detinha 0,57% dos ativos e 0,55% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional.

Judiciário elevou gastos em 15% e atingiu R$ 181 bilhões em 2024

Relatório do Tesouro Nacional mostra aumento nas despesas do sistema de Justiça, com forte concentração em folhas de pagamento

Luis Batistela

A metodologia inclui tribunais estaduais, regionais e superiores | Foto: Reprodução/Flickr

Dados do relatório de despesas do governo geral, publicado pelo Tesouro Nacional em dezembro de 2025, mostram que o Judiciário aumentou seus gastos em 15,8%, de 2023 a 2024, e atingiu R$ 181,5 bilhões. O montante representa 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB) e corresponde a 3,38% do total desembolsado pela União, pelos Estados e pelos municípios no período.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, que divulgou as informações, o Tesouro utilizou dados de 2024 para o cenário interno, mas adotou números de 2023 na comparação internacional.

De acordo com o órgão, outros 56 países divulgaram suas informações com defasagem. O levantamento, portanto, não inclui Estados Unidos, China e Rússia, e traz poucos dados de países vizinhos, com exceção da Colômbia.

O Tesouro empregou a Classificação de Funções do Governo, modelo adotado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico para organizar gastos públicos.


A metodologia inclui tribunais estaduais, regionais e superiores, além das Justiças Eleitoral, Militar e do Trabalho, do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal (STF) na função “ordem e segurança pública”.

O critério, no entanto, não segue a estrutura institucional. Assim, incorpora também órgãos fora do Judiciário, como Ministério Público, Defensoria Pública da União e Advocacia-Geral da União.

Estados direcionam bilhões ao sistema de Justiça

Em 2021, o Brasil liderou o ranking global de gastos com o sistema de Justiça, quando destinou 1,6% do PIB à área. Nos dois anos seguintes, o país ficou na segunda colocação, atrás de El Salvador. As despesas representaram 1,33% do PIB em 2022 e 1,43% em 2023.

Os pagamentos de pessoal concentraram a maior parte das despesas do sistema em 2024. As folhas salariais consumiram 77,9% dos recursos, enquanto benefícios previdenciários e assistenciais representaram 1,7%. Juntas, essas categorias somaram R$ 144,3 bilhões.

Um estudo da Plataforma Justa analisou 94% dos orçamentos estaduais destinados a tribunais, defensorias e Ministério Público, que, ao todo, somaram R$ 93,2 bilhões. As folhas de pagamento consumiram 67% desse total.

A pesquisa também identificou o uso de créditos adicionais para financiar despesas com pessoal e indicou que R$ 4,7 bilhões foram direcionados a folhas salariais fora da previsão original.

Estados como Pará e Santa Catarina registraram participação significativa desses créditos. Em ambos, cerca de um terço das despesas com pessoal foi financiado por esse mecanismo.


Como resultado, o tema ganhou destaque em decisões recentes do STF. Em fevereiro, os ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino determinaram a suspensão de pagamentos acima do teto.

A Corte também analisou o assunto e decidiu limitar essas verbas, mas autorizou a manutenção de parte dos valores acima do limite do funcionalismo, superior a R$ 46 mil.

Eis a lista dos países que mais gastaram com o Judiciário em 2023:

El Salvador — 1,45%
Brasil — 1,43%
Costa Rica — 1,33%
Colômbia — 1,01%
Bulgária — 0,68%
Kosovo — 0,64%
Guatemala — 0,59%
Malta — 0,50%
Letônia — 0,48%
Polônia — 0,46%
Namíbia — 0,45%
Romênia — 0,44%
África do Sul — 0,44%
Eslovênia — 0,44%
Andorra — 0,43%
Reino Unido — 0,42%
Croácia — 0,38%
Alemanha — 0,37%
Espanha — 0,35%
Austrália — 0,34%
Grécia — 0,33%
Itália — 0,33%
Hungria — 0,32%
Albânia — 0,32%
Israel — 0,31%
Canadá — 0,31%
Eslováquia — 0,31%
República Dominicana — 0,31%
Estônia — 0,29%
Portugal — 0,29%
França — 0,29%
Suíça — 0,28%
Tchéquia — 0,28%
Geórgia — 0,28%
Turquia — 0,27%
Áustria — 0,26%
Hong Kong — 0,26%
Holanda — 0,26%
Suécia — 0,26%
San Marino — 0,24%
Luxemburgo — 0,24%
Armênia — 0,24%
Bélgica — 0,23%
Tailândia — 0,23%
Azerbaijão — 0,23%
Finlândia — 0,23%
Lituânia — 0,21%
Islândia — 0,21%
Bielorrússia — 0,17%
Maurício — 0,17%
Irlanda — 0,16%
Dinamarca — 0,15%
Noruega — 0,13%
Chipre — 0,10%
Japão — 0,09%
Cazaquistão — 0,09%

STF anula acordos de não persecução penal de 39 réus do 8 de janeiro

Corte entende que manifestantes tiveram 'participação maior' nos protestos em Brasília

Loriane Comeli

Manifestação em 8 de janeiro de 2023 | Foto: Reprodução/X

O Supremo Tribunal Federal (STF) rescindiu 39 acordos de não persecução penal (ANPP) com réus dos atos de 8 de janeiro de 2023, informou a revista Veja neste domingo, 5.

Cerca de 560 acordos de não persecução penal foram firmados ao longo dos últimos anos entre a Procuradoria-Geral da República (PGR) e pessoas que estavam acampadas em frente ao Quartel General do Exército em Brasília e não participaram da invasão dos prédios da Praça dos Três Poderes.

Com eles, a pessoa que admitisse o “crime” de ficar acampado, ficaria livre de uma condenação criminal, mantendo sua primariedade. Além da confissão, teria de aceitar pagar multa de R$ 50 mil, prestar serviços à comunidade, não usar redes sociais e participar de curso sobre democracia.

PGR pediu ao STF anulação de acordos de não persecução penal

Porém, até agora 39 casos de ANPP foram revistos, e a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a anulação dos acordos. O STF acatou os pedidos. Segundo a Veja, a Polícia Federal descobriu que esses réus não teriam ficado apenas no acampamento, mas teriam participado da invasão dos prédios públicos.
O ministro do STF Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os acordos foram oferecidos porque a pena máxima possível pelos crimes imputados aos manifestantes — de organização criminosa (de um a três anos) e incitação a crime (de três a seis meses) — não chega a quatro anos.

Com a rescisão dos acordos, os processos contra os manifestantes são desarquivados e eles terão de responder a ações penais. Se o STF mantiver o entendimento aplicado a centenas de outros manifestantes, as penas podem passar de 10 anos de prisão.

Ao condenar os manifestantes por cinco crimes, as decisões da Corte fixaram prisão de até 17 anos. Eles foram acusados de cinco crimes: golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e deterioração do patrimônio público, além de organização criminosa e incitação a crime.

Segundo a Veja, um dos réus cujo ANPP foi cancelado já foi sentenciado e recebeu pena de um ano de prisão. Em outro caso, o ministro Alexandre de Moraes votou para fixar pena de 14 anos de prisão. Luiz Fux pediu vista, e o processo ainda não teve desfecho.

Confira os 11 governadores que deixaram mandatos para disputar eleição

Caiado e Zema são pré-candidatos à Presidência da República; outros 8 já confirmaram interesse no Senado

Lucas Cheiddi

Ronaldo Caiado (PSD-GO; esq.) e Romeu Zema (Novo-MG; dir.) já confirmaram interesse em concorrer à Presidência da República | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Com o encerramento do prazo para desincompatibilização no último sábado, 4, onze dos 27 governadores decidiram deixar seus cargos para disputar as eleições de outubro. Entre eles, Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) já confirmaram interesse em concorrer à Presidência da República.

Outros oito ex-governadores planejam buscar vagas no Senado Federal, que terá 54 das 81 cadeiras em disputa este ano. São eles: Antonio Denarium (Republicanos-RR), Cláudio Castro (PL-RJ), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Gladson Cameli (PP-AC), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB), Mauro Mendes (União Brasil-MT) e Renato Casagrande (PSB-ES).

No Amazonas, Wilson Lima (União Brasil-AM) anunciou sua saída do cargo no último dia permitido, depois de afirmar que concluiria o mandato. Ele ainda não definiu publicamente o cargo que pretende disputar, porém há expectativa de que também se candidate ao Senado.

Senado ganha protagonismo na eleição de outubro
Fachada do Congresso Nacional, a sede das duas Casas do Poder Legislativo brasileiro | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A renovação do Senado é vista como estratégica tanto pelo governo quanto pela oposição, já que, além de legislar, a Casa tem papel central na aprovação de indicações ao STF, à PGR e ao Banco Central. O Senado também é responsável por julgar processos de impeachment contra o presidente da República e ministros da Suprema Corte.

Pela legislação, governadores, prefeitos, ministros e secretários que desejam concorrer a outros cargos precisam se afastar das funções, medida criada para coibir o uso da máquina pública. A exceção ocorre para quem busca a reeleição, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e nove governadores neste ano.

Regras e sucessão dos governadores nos Estados

Depois da renúncia, não há possibilidade de retornar ao cargo, mesmo em caso de desistência ou derrota eleitoral. A oficialização das candidaturas só acontece na sequência das convenções partidárias e registro no TSE, previstos para agosto.

Com a saída dos titulares, os vices costumam assumir os governos estaduais e podem concorrer a novo mandato. No Rio de Janeiro, Cláudio Castro não tinha vice, por isso, está prevista uma eleição suplementar para mandato-tampão até o fim do ano. O Supremo Tribunal Federal decidirá se a escolha será direta, com votos dos eleitores, ou indireta, apenas entre os deputados estaduais.

Castro enfrenta ainda inelegibilidade depois de condenação por abuso de poder em 2022 pelo TSE, mas pretende recorrer. Se autorizado, poderá disputar sub judice e só terá votos validados caso reverta a decisão.

No Amazonas, o vice Tadeu de Souza (Republicanos) também deixou o cargo. O fato levou o presidente da Assembleia Legislativa, Roberto Cidade (União Brasil), a assumir o governo estadual.

Ministros do STF pegaram carona em 11 voos de empresas ligadas ao Master

Documentos enviados à CPI revelam que Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques utilizaram jatinhos de Daniel Vorcaro e seus familiares

Erich Mafra

Ao todo, há registros de 11 voos envolvendo Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques | Foto: Montagem/Rosinei Coutinho/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta um novo balanço de desgaste ético. Documentos entregues à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado confirmam que três ministros da Corte utilizaram aeronaves de empresas do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e de seu cunhado, Fabiano Zettel. Ao todo, a apuração do jornal O Estado de S. Paulo identificou 11 voos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques.

Os dados surgiram do cruzamento entre os registros de passageiros do terminal executivo de Brasília e o histórico de decolagens das empresas Prime You e FSW PSE. Embora os magistrados neguem vínculos com o banqueiro, os registros de horários e destinos batem com as agendas pessoais e oficiais dos membros do tribunal.

Moraes lidera lista de viagens

Alexandre de Moraes é o recordista de deslocamentos na frota sob investigação. O ministro e sua mulher, a advogada Viviane Barci, realizaram oito viagens para São Paulo em aviões da rede de Vorcaro. Em um dos casos, em agosto de 2025, Moraes embarcou para Congonhas logo que encerrou uma sessão plenária no STF.

Mensagens obtidas pela CPI do INSS revelam que o banqueiro relatou a uma ex-namorada ter se reunido com “Alexandre” no dia seguinte a esse voo. O escritório de Viviane Barci admitiu que contrata serviços de táxi aéreo da Prime Aviation, mas alega que os pagamentos ocorrem via compensação de honorários advocatícios.

Toffoli e o destino paranaense

Dias Toffoli também aparece nos manifestos de voo da Prime. Em julho do ano passado, o ministro entrou no setor de embarque executivo de Brasília minutos antes de uma aeronave de Vorcaro decolar para Marília (SP). Na mesma data, o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) mobilizou agentes de segurança para escoltar o magistrado em Ribeirão Claro (PR), cidade onde ele mantém o resort Tayayá.

O levantamento aponta uma segunda viagem de Toffoli no mesmo esquema em março de 2025. O ministro preferiu o silêncio e não se manifestou sobre as caronas ou o uso da estrutura de transporte do banqueiro.

Patrocínio em Maceió e Trancoso

Kassio Nunes Marques confirmou que viajou para Maceió em um jatinho da Prime You em novembro passado. O ministro afirmou que a advogada Camilla Ewerton Ramos, que defende o Banco Master no Superior Tribunal de Justiça, pagou a conta. A viagem serviu para comemorar o aniversário da defensora, casada com um desembargador que foi assessor de Nunes Marques.

O apoio da advogada se estendeu aos filhos do ministro. Registros mostram que Camilla Ramos deu carona aos jovens em um jato particular com destino a Trancoso, na Bahia. A defesa da advogada sustenta que as contratações foram feitas de forma pessoal e privada, sem relação com os processos do banco na Corte.

ONU vota uso de força para reabrir Estreito de Ormuz

Proposta do Conselho de Segurança enfrenta resistência de membros permanentes e pode acirrar tensões no Oriente Médio

Isabela Jordão
Reunião do Conselho de Segurança da ONU | Foto: Loey Felipe/UN Photo

O Conselho de Segurança da ONU deve votar nesta semana uma resolução que autoriza o uso da força por países para garantir a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. O canal está fechado pelo Irã desde 28 de fevereiro, em retaliação a ataques dos Estados Unidos e de Israel.

A votação, inicialmente prevista para a última sexta-feira, 3, foi adiada diante de divergências entre os membros do conselho. O bloqueio da via marítima provocou forte impacto no mercado internacional de energia: o barril de petróleo, que custava US$ 72 antes do início do conflito, chegou a US$ 109 neste domingo, 5.

A proposta em análise foi apresentada pelo Bahrein e prevê a autorização para o uso de “todos os meios defensivos necessários” para restabelecer a navegação, com validade de seis meses. Caso aprovada, a resolução terá caráter vinculante, obrigando os países-membros da ONU a cumpri-la, sob risco de sanções e embargos.
O Estreito de Ormuz é um local estratégico para a região | Foto: Reprodução/Redes sociais

China, Rússia e França se opõem a uso de força no Estreito de Ormuz

O principal ponto de impasse está entre os cinco membros permanentes do conselho — China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos — que têm poder de veto. China, Rússia e França resistem ao texto, sobretudo ao trecho que autoriza ações militares por países, individualmente ou em coalizões navais, para garantir a livre circulação no estreito.

O chanceler chinês, Wang Yi, afirmou que o conselho “não deve fornecer cobertura legal para operações militares não autorizadas” nem contribuir para a escalada do conflito.

Diante da possibilidade de veto, os articuladores da proposta avaliam ajustes no texto. Outra alternativa seria levar o tema à Assembleia Geral da ONU, composta por 193 países, para ampliar o debate sobre a crise e seus desdobramentos.

1 mês depois da morte de 'Sicário' de Vorcaro, PF ainda aguarda exames para fechar inquérito

Investigação aponta que empresário atentou contra a própria vida na carceragem; laudos do IML são necessários para conclusão

Letícia Alves

Luiz Phillipi Mourão, o Sicário, morto desde 6 de março deste ano | Foto: Reprodução/Redes sociais

A Polícia Federal (PF) ainda aguarda o envio de dois laudos do Instituto Médico Legal (IML) para finalizar o inquérito sobre a morte do empresário Luiz Phillipi Mourão, o “Sicário”. A investigação, que completa um mês nesta segunda-feira, 6, deve confirmar que o operador financeiro do ex-banqueiro Daniel Vorcaro atentou contra a própria vida.

O relatório final será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda este mês. Até o momento, porém, os peritos finalizaram apenas três de cinco laudos previstos.

O primeiro analisou o local do crime e o segundo examinou as vestimentas do preso, onde não foram encontrados vestígios de drogas. Já o terceiro laudo focou no celular disponibilizado pelos agentes para contato familiar. Os registros mostram que Mourão ligou para a mãe e a irmã. Além delas, ele ligou terceira pessoa, mas a PF não a identificou.

As imagens das câmeras de segurança mostram o empresário sozinho na cela no momento do incidente. Os vídeos confirmam que os agentes de custódia realizaram o atendimento.

Agora, a PF aguarda os laudos toxicológico e necroscópico, de responsabilidade do Instituto Médico Legal (IML) de Minas Gerais. Os legistas solicitaram acesso às filmagens da carceragem para finalizar os documentos, mas isso depende de autorização do ministro André Mendonça, do STF.

Cronologia da prisão e atendimento médico de Sicário

A prisão de Mourão ocorreu às 6h do dia 4 de março, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. A ação apura fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e obstrução de Justiça. Na residência do empresário, os agentes apreenderam documentos, joias, relógios e uma pistola sem registro.

O empresário chegou à Superintendência da PF às 9h e passou por revista padrão, onde retirou cintos e cadarços. Depois de prestar depoimento ao meio-dia, Mourão retornou à cela, onde apresentou inquietação. A tentativa de suicídio ocorreu por volta das 15h20.

Os agentes perceberam a situação dez minutos depois e iniciaram manobras de reanimação. Em seguida, o Samu chegou ao local e encaminhou o empresário ao Hospital João XXIII. Ele, no entanto, não resistiu. A defesa confirmou a morte encefálica dois dias depois da internação.

OS GOLS DO FANTÁSTICO


 

“Ele foi resgatado”, diz Trump sobre piloto desaparecido no Irã

Operação militar sem baixas é chamada de uma das mais ousadas

Por Beatriz Santos
Donald Trump afirma que piloto desaparecido foi resgatado - Foto: AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nas primeiras horas deste sábado, 5, que as forças armadas do país resgataram com vida um piloto de caça abatido em território iraniano.

Segundo o republicano, a ação ocorreu após outra operação semelhante realizada anteriormente, também bem-sucedida, mas mantida em sigilo para não comprometer a nova missão. Ele destacou que é a primeira vez que dois pilotos americanos são resgatados separadamente em território inimigo profundo, sem registro de baixas.

“O fato de termos conseguido realizar ambas as operações sem a morte de um único americano prova que alcançamos domínio e superioridade aérea sobre os céus do Irã”, escreveu.

De acordo com o presidente, o militar estava escondido em uma área montanhosa do Irã e sendo perseguido por forças locais enquanto aguardava o resgate. A localização teria sido monitorada continuamente pelas forças americanas.

“Esse bravo guerreiro estava atrás das linhas inimigas, nas montanhas traiçoeiras do Irã, sendo caçado por nossos inimigos, que se aproximavam a cada hora. Mas ele nunca esteve sozinho, pois sua localização era monitorada 24 horas por dia, enquanto planejávamos diligentemente seu resgate”, escreveu.

Trump afirmou que a operação envolveu um grande aparato militar, incluindo dezenas de aeronaves com armamento pesado, mobilizadas por ordem direta da presidência. O piloto resgatado sofreu ferimentos, mas não corre risco.

“Por minha ordem, os militares dos Estados Unidos enviaram dezenas de aeronaves, armadas com as armas mais letais do mundo, para resgatá-lo. Ele sofreu ferimentos, mas ficará bem”, disse.

O presidente também classificou a ação como histórica e exaltou o desempenho das forças armadas do país.

“Nós o resgatamos! Nas últimas horas, as forças armadas dos Estados Unidos realizaram uma das operações de busca e resgate mais ousadas da história do país, para um de nossos oficiais de tripulação, um coronel altamente respeitado, que agora está são e salvo”, declarou o presidente.

Ao final da publicação, Trump fez um apelo à união nacional e voltou a elogiar os militares. “Este é um momento do qual todos os americanos — republicanos, democratas e outros — devem se orgulhar e se unir. Temos o melhor e mais profissional Exército da história do mundo”, finalizou.

Justiça trava cachês de Belo em shows e cantor se pronuncia

O artista está cobrado por uma dívida trabalhista

Por Franciely Gomes
Belo está sendo investigado pela Justiça - Foto: Reprodução | Instagram

Belo quebrou o silêncio e se manifestou sobre a decisão da Justiça do Trabalho de São Paulo de bloquear seus cachês recentes. Acusado de não pagar uma dívida trabalhista, o artista alegou que o bloqueio não é integral, mas sim de parte do valor.

“É natural a existência de processos trabalhistas, especialmente em um segmento em que a legislação muitas vezes não acompanha a dinâmica do mercado”, informou a equipe do pagodeiro, em nota enviada à colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles.

“Cabe também esclarecer que as decisões judiciais determinam o bloqueio de até 35% dos ganhos do artista, e não a paralisação integral das atividades, como foi sugerido”, completou o comunicado de esclarecimento.

Entenda o caso

A decisão judicial determinou o bloqueio dos valores arrecadados em três shows futuros do artista, realizados entre abril e maio. A medida serve como forma de garantir o pagamento da dívida trabalhista, que ultrapassa o montante de R$ 230 mil.

A ordem de bloqueio tramita há anos na Justiça, devido a uma denúncia feita por um ex-funcionário do artista. Entretanto, a determinação ainda não havia sido cumprida pelas empresas que operam a venda de ingressos dos shows de Belo.

A Justiça de São Paulo ainda autoriza o acionamento da Polícia Federal (PF) caso as empresas responsáveis pela venda de ingressos, ou o próprio artista, não cumpram a ordem judicial, respondendo pelo crime de desobediência.

Novo item de segurança vai se tornar obrigatório nas estradas; entenda

Nova regra passa a valer em julho 2026 e amplia itens obrigatórios nos veículos

Por Gustavo Zambianco
Colete refletivo sera novo item de segurança obrigatório - Foto: Reprodução | Freepik

Uma mudança na legislação de trânsito promete impactar milhões de motoristas no Brasil a partir de junho de 2026. O uso de colete refletivo será obrigatório sempre que o condutor sair do veículo em situações de emergência, especialmente em rodovias ou locais com baixa visibilidade.

A medida está prevista no Projeto de Lei nº 282/2026 e altera o Código de Trânsito Brasileiro, ampliando a lista de equipamentos obrigatórios.

Mais segurança fora do veículo

A nova regra determina que o motorista deve vestir o colete antes de sair do carro em casos como:

Pane mecânica
Acidentes
Sinalização com triângulo

Espera por socorro

O objetivo é aumentar a visibilidade do condutor, reduzindo o risco de atropelamentos e colisões, principalmente à noite ou sob condições adversas, como chuva e neblina.

Item passa a ser obrigatório

Com a atualização, o colete refletivo será incorporado aos itens obrigatórios dos veículos no Brasil.Carros novos deverão sair de fábrica com o equipamento

Motoristas com veículos em circulação precisarão adquirir o item

Penalidades ainda serão regulamentadas

Até então, a legislação exigia apenas o uso do triângulo de sinalização nesses casos.

Prática já adotada em outros países

A exigência segue padrões internacionais. Em diversos países da Europa, o uso do colete refletivo já é obrigatório há anos e contribuiu para a redução de acidentes em rodovias.

A medida reforça o conceito de segurança viária, ampliando a proteção não apenas dentro do veículo, mas também quando o motorista precisa sair dele.

Adaptação e conscientização

Com a proximidade da entrada em vigor da regra, especialistas recomendam que motoristas se antecipem e adquiram o equipamento.

Além de evitar multas futuras, a medida é simples, acessível e pode salvar vidas ao aumentar a visibilidade em situações de risco.

Empresário é condenado por doar dinheiro para fretar ônibus no 8 de janeiro

STF condenou o homm a 14 anos de prisão

Por Edvaldo Sales
STF condenou o homem a 14 anos de prisão - Foto: Agência Brasil

O empresário catarinense Alcides Hahn foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 14 anos de prisão em regime fechado pela transferência de R$ 500 para o pagamento de um ônibus fretado que levou manifestantes de Blumenau (SC) até Brasília para 8 de janeiro de 2023.

Hahn responde pelos crimes de:

Tudo sobre Política em primeira mão!
Abolição violenta do Estado Democrático de Direito
Golpe de estado
Dano qualificado
Deterioração do patrimônio público tombado
Associação criminosa

A decisão foi proferida no dia 2 de março. A defesa entrou com um recurso que seria julgado no último dia 20, mas foi retirado de pauta. Além do empresário, foram condenados outros dois homens pelo financiamento do ônibus.

A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República aponta que Rene Afonso Mahnke transferiu R$ 1.000 e Vilamir Valmor Romanoski, R$ 10.000. Romanoski, no entanto, foi identificado pela PGR como uma “figura de liderança” a favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em Blumenau.

Pix a pedido de desconhecido

Em audiência, Alcides relatou que fez o Pix a pedido de um conhecido, que teria solicitado dinheiro emprestado para viajar, sem informar o destino.

O dono da empresa de ônibus, por sua vez, afirmou que, ao identificar a transferência, presumiu que o valor se referia ao fretamento da viagem para Brasília.

A defesa do empresário negou que o valor transferido fosse destinado ao financiamento do ônibus ou que Alcides tivesse ciência do eventual crime.

Vídeo mostra ação de quadrilha que invadiu joalheria pelo teto em Salvador

Grupo furtou peças milionárias e teve R$ 13,6 milhões em bens bloqueados

Por Victoria Isabel
Shopping em Salvador - Foto: Reprodução/Fantástico

Imagens de câmeras de segurança de um shopping em Salvador ajudaram a revelar o modo de atuação de uma quadrilha especializada em furtos milionários a joalherias. Os registros, mostram como os criminosos invadiam lojas pelo teto durante a madrugada, sem levantar suspeitas.

Um dos casos que chamou a atenção da polícia ocorreu na noite de 25 de janeiro de 2025. Nas imagens, um homem aparece entrando em uma cafeteria já fechada, não para cometer o crime no local, mas para acessar o forro do estabelecimento.

Após analisar câmeras e sensores de alarme, o suspeito abre um buraco no gesso e consegue chegar à loja vizinha, onde funcionava uma joalheria. Já no interior do estabelecimento, ele arromba o cofre e leva anéis, colares e pulseiras avaliados em cerca de R$ 1 milhão.

O criminoso permaneceu dentro do shopping até a manhã seguinte e deixou o local sem ser percebido. As imagens foram obtidas pelo programa Fantástico.
Operação “Diamante de Sangue”

A investigação da Polícia Civil da Bahia resultou na operação “Diamante de Sangue”, que desarticulou a organização criminosa responsável pelos furtos. Ao todo, dez suspeitos foram presos em oito estados.

Além das prisões, foram bloqueados R$ 13,6 milhões em bens, incluindo 11 carros de luxo, uma moto aquática avaliada em cerca de R$ 300 mil, joias e celulares sem comprovação de origem.

Estrutura e ostentação

De acordo com as investigações, o grupo agia de forma planejada e repetia o mesmo método em diferentes estados: invadia estabelecimentos vizinhos e acessava joalherias pelo teto, sempre fora do horário de funcionamento.

A polícia também identificou que um casal apontado como líder da quadrilha ostentava nas redes sociais viagens internacionais e veículos de alto padrão. Os suspeitos ainda são investigados por possíveis ligações com o tráfico de drogas e esquemas de lavagem de dinheiro.

Veja vídeo:
quinta-feira, 2 de abril de 2026

NEYMAR FORA! Marca mundialmente famosa crava ausência do craque na Copa do Mundo 2026

Campanha internacional aposta em outro brasileiro ao lado de estrelas globais e ausência de Neymar chama atenção nas redes |  Divulgação / Vitor Silva / CBF

por Tiago Di Araújo

A menos de três meses da Copa do Mundo 2026, uma campanha publicitária movimentou os bastidores do futebol e deixou um nome de peso de fora. A ausência de Neymar em uma ação global com alguns dos maiores craques do planeta gerou repercussão imediata entre torcedores.

No comercial, nomes como Messi, Cristiano Ronaldo, Mbappé e Vinícius Jr. aparecem em uma espécie de “disputa simbólica” pelo troféu da Copa — mas em versão totalmente inusitada.

Craques viram peças de coleção

A ação foi lançada pela Lego, que transformou os jogadores em versões de brinquedo para divulgar sua nova linha temática voltada ao futebol.

Cada atleta ganhou um conjunto próprio, com elementos que remetem às seleções que representam — incluindo cores, números das camisas e miniaturas personalizadas. A ideia é destacar os principais nomes que devem brilhar no torneio.

Vini Jr. aparece, Neymar fica de fora

O ponto que mais chamou atenção, no entanto, foi a escolha dos participantes. Enquanto Vini Jr surge como representante brasileiro na campanha, Neymar acabou ficando de fora da ação, o que gerou interpretações nas redes sobre possível perda de protagonismo internacional.

Na publicação no Instagram de Vini, muitos internautas questionaram a ausência do craque brasileiro. "Como o neymar não está nessa mesa???", perguntou um seguidor. "Sai Vini, Entra Ney", sugeriu outro. "A camisa do @vinijr é a 7. Ou seja tem esperança do @neymarjr ser o camisa 10 da seleção", observou mais um.

Coleções especiais ampliam aposta da marca

Além da linha principal, a Lego também apostou em edições especiais. Messi e Cristiano Ronaldo aparecem ainda na coleção “Lendas do Futebol”, com versões que recriam comemorações marcantes dos jogadores.

O argentino também ganhou um conjunto exclusivo focado em celebração, com maior número de peças e nível de detalhamento superior, reforçando seu destaque dentro da campanha.

Rodrigo Pacheco se filia ao PSB e pode concorrer ao governo de Minas Gerais

Senador deixa PSD depois de ser preterido por Kassab

Luana Viana

Lula quer usar possível candidatura de Pacheco em Minas Gerais para ter palanque no Estado | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O senador Rodrigo Pacheco (MG) oficializou sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) nesta quarta-feira, 1º. Depois de mais de quatro anos no Partido Social Democrático (PSD), o ex-presidente do Senado deixou a sigla.

“Com nove anos de atraso estou aqui, para poder me filiar ao PSB”, disse Pacheco. “Com muita alegria e o coração cheio de esperança.”

O evento de filiação ocorreu na sede do partido, em Brasília, e contou com a presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, do presidente do PSB, Carlos Siqueira, e do prefeito do Recife (PE), João Campos.

“O PSB não fica apenas maior, mas fica melhor, Rodrigo Pacheco, com a sua filiação”, disse Alckmin. “Estamos muito felizes. Minas Gerais, Estado de que você é senador, em tamanho de país, é uma síntese do Brasil.”

De olho no governo de Minas Gerais

A troca de partido acontece depois de o presidente do PSD, Gilberto Kassab, preterir Pacheco na disputa ao governo de Minas Gerais.

A discordância com Kassab se deu depois de o então vice-governador do Estado, Mateus Simões, se filiar ao partido. Mateus assumiu o governo com a renúncia de Romeu Zema (Novo) e disputará a reeleição.

O convite para o senador se filiar ao PSB foi feito em um jantar com Alckmin, João Campos e Carlos Siqueira, na semana passada. Os líderes argumentaram que, ao contrário de outras siglas, o PSB estaria unido em torno da candidatura dele ao governo de Minas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou, diversas vezes, que quer Pacheco na disputa pelo governo de Minas para servir de palanque eleitoral no Estado.

Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do Brasil. Por isso, é importante para todos os candidatos presidenciais. Tradicionalmente, quem vence no Estado, ganha as eleições para presidente.

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que, desde 1998, todos candidatos que venceram em Minas levaram a Presidência.

Trump diz que operação no Irã vai terminar ‘muito rápido’

Presidente dos EUA afirma que rivais foram destruídos e justifica ação como bloqueio à criação de um ‘escudo nuclear’

Fábio Bouéri

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante pronunciamento nesta quarta-feira, na Casa Branca | Foto: Reprodução/X

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite desta quarta-feira, 1º, que a operação militar no Irã será concluída “muito rápido”. Em discurso em Washington, ele atualizou o cenário da guerra no Oriente Médio e destacou o avanço das forças norte-americanas. O pronunciamento teve transmissão ao vivo e análise de especialistas da Revista Oeste. O conteúdo está no YouTube.

“Esta noite, tenho o prazer de dizer que esses objetivos estratégicos fundamentais estão quase concluídos”, declarou Trump. “Conseguimos tudo. A Marinha deles foi destruída. A Força Aérea deles foi destruída. Seus mísseis estão praticamente esgotados ou destruídos. Juntas, essas ações vão enfraquecer as Forças Armadas do Irã, esmagar sua capacidade de apoiar grupos terroristas e impedi-los de construir uma bomba nuclear.”

“Regime assassino”, diz Trump, sobre o Irã

Trump também endureceu o tom contra o regime iraniano, classificando-o de “regime assassino”. Do mesmo modo, afirmou que, sem intervenção, o país poderia promover massacres protegidos por capacidade nuclear. “O regime mais violento e brutal da Terra estaria livre para conduzir suas campanhas de terror, coerção, conquista e assassinato em massa sob um escudo nuclear.”

O presidente disse que o governo iraniano matou 45 mil de seus próprios cidadãos durante protestos recentes. “São 45 mil mortos. Eu nunca deixarei que isso aconteça. Ninguém ousaria detê-los, então tivemos que fazer isso.” Trump chamou a atenção para países que flertam com regimes totalitários. Da mesma forma, sugeriu a existência de uma omissão por parte dos europeus nos episódios recentes no Oriente Médio.

Leia também: “Barbárie chique”, reportagem publicada na Edição 315 da Revista Oeste

O líder conservador acrescentou que o conflito com o Irã representa mais um capítulo de um esforço contínuo para impedir que o país desenvolva armas nucleares, classificando a ofensiva como “necessária para a segurança dos Estados Unidos e do mundo livre”.

Segundo o presidente, a ação militar é uma resposta a décadas de violência atribuída ao Irã e a seus aliados, com relativo apoio de forças progressistas dos próprios EUA, numa referência indireta ao ex-presidente Barack Obama.

Nasa lança com sucesso missão Artemis 2 rumo à órbita da Lua

Tripulação realizará voo de 10 dias como teste para futuro pouso lunar

Letícia Alves

A Artemis 2 serve como ensaio geral para a missão Artemis 3, que planeja o pouso na superfície lunar | Foto: Divulgação/ Nasa

Por volta das 19h35 (no horário de Brasília) da quarta-feira 1°, a Nasa lançou a missão Artemis 2.

O foguete partiu do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.

Mais de 2,8 milhões de pessoas acompanharam a transmissão ao vivo da agência espacial.

Trata-se da primeira missão tripulada em direção à Lua, desde o fim do programa Apollo, em 1972.

A nave orbitará o satélite durante dez dias e retornará à Terra. A Artemis 2 serve como ensaio geral para a missão Artemis 3, que planeja o pouso na superfície lunar.

A tripulação conta com quatro integrantes. Reid Wiseman, veterano da Marinha, comanda a missão.

Victor Glover atua como piloto. Christina Koch e Jeremy Hansen ocupam os postos de especialistas da missão.

Preparação para a Artemis 2

Engenheiros analisaram uma possível falha no sistema de terminação de voo do foguete SLS antes da decolagem.

O problema envolvia o “range”, sistema que monitora a segurança do lançamento. Devido aos testes, a partida ocorreu com dez minutos de atraso.

Os astronautas cumpriram quarentena e seguem protocolos médicos rigorosos. Durante a viagem, a equipe avalia o desempenho da nave em condições de espaço profundo. O teste é essencial para viabilizar o retorno de humanos à superfície lunar.

A preparação começou na terça-feira (31.mar) com a ativação dos sistemas e o abastecimento de hidrogênio e oxigênio líquidos. A equipe também acionou o sistema de supressão sonora. O mecanismo utiliza grandes volumes de água para reduzir as vibrações no momento da decolagem.

99 descarta mototáxi e encerra disputa com a Prefeitura de São Paulo

Plataforma de transporte prioriza entregas e sugere monitoramento rigoroso de condutores

Erich Mafra

Mototáxi é um serviço de transporte de passageiros realizado em motocicletas | Foto: Reprodução/YouTube/@ubermotogoiania2637

A empresa 99 oficializou nesta quarta-feira, 1º, a desistência definitiva de operar o serviço de mototáxi na capital paulista. O anúncio encerra um embate jurídico que se arrastava desde 2023 entre a plataforma e a gestão municipal. A equipe do prefeito Ricardo Nunes (MDB) confirmou a mudança de postura da companhia, que agora direciona seus esforços para a modalidade de fretes e encomendas.

A decisão surge quando o cenário regulatório parecia pender favoravelmente às empresas de aplicativo. O Supremo Tribunal Federal já havia retirado o poder das prefeituras de vetar o transporte de passageiros em duas rodas. No âmbito estadual, o Tribunal de Justiça de São Paulo também ordenou que o município estabelecesse regras para o setor. Todavia, a 99 optou por ignorar essa possibilidade de expansão para evitar novos conflitos com a administração pública.

Propostas de segurança e controle

A companhia apresentou ao gabinete do prefeito um plano de cooperação focado na integridade física dos entregadores. O projeto inclui a criação de centros de descanso e suporte logístico para os profissionais. Além disso, a empresa sugeriu implementar cursos de capacitação e campanhas educativas sobre conduta no trânsito sobrecarregado da metrópole.


O ponto mais contundente da proposta envolve um sistema tecnológico de vigilância comportamental. A plataforma pretende monitorar dados de telemetria, como aceleração brusca, frenagens repentinas e inclinação em curvas. Motoristas que apresentarem riscos frequentes enfrentarão a exclusão do sistema, enquanto condutores exemplares receberão bonificações financeiras.

Trump minimiza importância de Ormuz e diz que EUA têm petróleo da Venezuela

Presidente citou ainda a produção interna, que, somada às entregas do regime de Delcy, seria suficiente para atender à demanda do país

Lucas Cheiddi

Trump discursa aos Estados Unidos (EUA), nesta quarta-feira, 1º | Foto: Reprodução/X

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, minimizou a importância do Estreito de Ormuz.

Durante pronunciamento, na quarta-feira 1º, o republicano disse que a produção interna e o que vem da Venezuela são suficientes.

Trump observou que os EUA são “o maior produtor de petróleo e gás do planeta, sem sequer mencionar os milhões de barris que vêm da Venezuela”.

“Graças às políticas do governo Trump, produzimos mais petróleo e gás que na Arábia Saudita e na Rússia, juntas”, declarou.

Trump comenta mudanças nas relações com a Venezuela


Logo no início da fala, Trump expressou gratidão aos militares de envolvidos na captura do então ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, em 3 de janeiro.

Depois da prisão, os EUA passaram a manter relações estreitas com a ditadora interina, Delcy Rodríguez.

Também ontem, Trump retirou Delcy da lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro.

Trump elogiou a parceria com a sucessora de Maduro, sobretudo quanto ao envio de barris de petróleo.

Pressão sobre o Estreito de Ormuz e o Irã

O Estreito de Ormuz é um pedaço de oceano relativamente estreito entre o Golfo de Omã ao sudeste e o Golfo Pérsico ao sudoeste | Foto: Reprodução/ WIkipedia

O presidente dos EUA reforçou que países que dependem do petróleo transportado pelo Estreito de Ormuz precisam assumir o controle do canal, atualmente sob influência do Irã. Trump sugeriu ainda que tais nações considerem adquirir petróleo dos Estados Unidos.

“Criem coragem, mesmo que atrasada”, disse. “Deveriam ter feito isso antes, deveriam ter feito isso conosco enquanto avançávamos para o Estreito, e simplesmente tomá-lo. Protejam-no, usem-no para vocês mesmos. O Irã foi essencialmente dizimado. A parte difícil já passou, então deve ser fácil.”

Sobre o conflito na região, o republicano anunciou que os ataques militares contra o Irã serão intensificados ao longo das próximas três semanas. Ele ressaltou que a missão dos Estados Unidos no Oriente Médio está “quase completa”.

“Vamos atacá-los com muita força nas próximas duas a três semanas”, disse o presidente dos EUA. “Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, de onde vieram.”

Trump explicou que a mudança de regime no Irã não era a meta inicial, mas acabou nos planos depois da morte do líder supremo, Ali Khamenei, e de outras autoridades do país.

Eduardo, sobre vídeo na CPAC: 'Quero que Moraes me intime'

Ex-deputado desafiou o ministro a enviar uma carta rogatória para que ele responda diretamente dos Estados Unidos

Lucas Cheiddi

À esquerda, Eduardo Bolsonaro; à direita, Alexandre de Moraes | Foto: Reprodução/Montagem sobre redes sociais

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu à investigação aberta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar um vídeo feito pelo ex-deputado, durante a Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC).

“Moraes, eu te desafio a mandar uma carta rogatória para mim, aqui nos Estados Unidos, que eu te respondo fazendo uma transmissão ao vivo”, disse Eduardo.

O magistrado resolveu apurar o episódio da CPAC, em virtude de o conteúdo ter sido supostamente direcionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que, atualmente, cumpre uma série de medidas restritivas, após obter regime domiciliar temporário.

Comparação com Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Liberal (PL) | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

O ex-deputado disse que a investigação conduzida por Moraes tem caráter intimidatório.

Conforme ele, “Alexandre de Moraes é maluco, tem um fetiche comigo”.

“Acho que deve sonhar comigo, por isso que ele fica tentando fazer essas ordens”, declarou Eduardo. “Ele, na verdade, tenta me intimidar.”

Eduardo comparou seu caso ao do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ao mencionar que o pré-candidato à Presidência publicou vídeo semelhante sem enfrentar consequências.

“Por que, quando eu faço, vira problema?”, indagou Eduardo. “Porque ele quer pegar uma base de pessoas que não acompanham a política ou que sejam mais ignorantes, para achar que o Eduardo Bolsonaro está dando dor de cabeça ao Jair Bolsonaro. Ou seja, ele quer me calar.”

Questionamentos sobre acesso a dados pessoais

O ex-parlamentar também acusou Moraes de solicitar acesso a seus dados pessoais a plataformas digitais.

Ele alegou que esse pedido teria sido citado em relatório do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.

“Eu quero que Alexandre de Moraes me intime”, voltou a dizer Eduardo. “Quero que ele pare de ficar pedindo às plataformas, utilizando meios ilícitos para pegar meus dados pessoais, como explanou agora esse relatório da CCJ americana, onde ele pede às plataformas de redes sociais dados pessoais meus.”

PF desarticula esquema ilegal de remédios para câncer

Operação Bula Fria cumpre mandados em Goiás e São Paulo para frear rede criminosa que comercializava fármacos

Erich Mafra

Segundo a PF, o esquema com os remédios para câncer também movimentava recursos por meio de lavagem de capitais e praticava fraudes contra a ordem tributária | Foto: PF/Divulgação

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Bula Fria nas primeiras horas desta quinta-feira, 2. A ofensiva, que conta com a participação da Anvisa, do Ministério Público Federal e da Receita Federal, mira uma organização criminosa especializada no mercado negro de medicamentos de alta complexidade contra o câncer. Agentes federais cumprem quatro ordens de busca e apreensão nos municípios de Aparecida de Goiânia (GO), Ribeirão Preto (SP), Cravinhos (SP) e na capital paulista.

O foco da investigação reside na entrada clandestina de substâncias terapêuticas sem registro sanitário no território nacional. O grupo priorizava fármacos de valor elevado, como o Keytruda (pembrolizumabe), utilizado no tratamento de tumores. Logo que os policiais avançaram no inquérito, constataram que os criminosos ignoravam protocolos básicos de segurança. O transporte e o depósito dos produtos ocorriam sem qualquer refrigeração, o que compromete a eficácia dos princípios ativos e coloca a saúde pública em perigo.

Crimes e penalidades severas

A justiça tipificou a conduta dos envolvidos em um rol extenso de delitos graves. A lista inclui contrabando e a comercialização de itens medicinais falsificados, corrompidos ou adulterados. O esquema também movimentava recursos por meio de lavagem de capitais e praticava fraudes contra a ordem tributária. Somadas, as punições para essas práticas podem ultrapassar duas décadas de reclusão, refletindo o peso das infrações.

A precariedade do armazenamento surge como o ponto mais alarmante do relatório policial. Sem o monitoramento térmico exigido pelos fabricantes, os remédios podem sofrer deterioração e tornar-se ineficazes para combater o câncer. A PF alerta que o consumo desses materiais sem procedência garantida gera danos irreparáveis e engana cidadãos em situações de vulnerabilidade extrema. Com a conclusão das buscas de hoje, os investigadores pretendem identificar todos os beneficiários da estrutura ilegal que lucrava com a doença alheia.

Conheça o B-52: arma mortal dos EUA usada contra o Irã

Aeronave histórica dos EUA passa a atuar contra alvos logísticos e levanta dúvidas sobre defesa iraniana

Por Luan Julião
Avião bombardeiro B-52 da Força Aérea dos Estados Unidos - Foto: Divulgação / Boeing

Os Estados Unidos intensificaram sua atuação no conflito ao utilizar, pela primeira vez desde o início da guerra, bombardeiros estratégicos B-52 em operações sobre o espaço aéreo do Irã. A informação foi confirmada pelo Departamento de Defesa nesta terça-feira, 31 e marca uma mudança relevante na dinâmica militar da região.

Uso do B-52 indica mudança no cenário da guerra

A presença desse tipo de aeronave no conflito chama atenção por seu alto poder de destruição, mas também por suas limitações. Diferente de caças mais modernos, o B-52 não possui grande agilidade, o que o torna mais vulnerável a sistemas de defesa antiaérea.

Nesse contexto, o emprego do bombardeiro pode indicar um enfraquecimento das defesas iranianas, já que a operação envolve riscos maiores em cenários com proteção aérea mais eficiente.

Alvos estratégicos e objetivo militar

De acordo com o Pentágono, os bombardeiros serão utilizados em ataques direcionados a estruturas consideradas essenciais para o funcionamento da máquina de guerra iraniana. Entre os principais alvos estão:

Cadeias de suprimentos que abastecem a produção militar
Instalações ligadas à fabricação de mísseis
Bases de desenvolvimento de drones
Estruturas associadas à produção de embarcações

O objetivo central dessas ações é reduzir a capacidade do Irã de repor armamentos utilizados no conflito, enfraquecendo sua continuidade operacional.

Apesar de o B-52 ter capacidade para transportar ogivas nucleares, não há confirmação de que esse tipo de armamento esteja sendo empregado nas missões atuais.

Um gigante da aviação militar

Fabricado pela Boeing, o B-52 é um dos bombardeiros mais emblemáticos da história militar dos Estados Unidos. Criado na década de 1950, o modelo continua em operação e mantém relevância estratégica mesmo após mais de 70 anos.
Entre suas principais características estão:

Alcance superior a 14 mil quilômetros sem reabastecimento
Capacidade de transportar até 32 toneladas de armamento
Uso de armas de alta precisão
Operação em altitudes de até 15 mil metros
Oito motores que garantem grande autonomia

Ao todo, 744 unidades foram produzidas, sendo a última entregue em outubro de 1962.

Histórico de atuação em conflitos

Desde sua criação, o B-52 esteve presente em algumas das principais operações militares dos Estados Unidos. Entre elas, destacam-se:

Guerra do Vietnã
Operações após os ataques de 11 de setembro de 2001
Missões contra o Estado Islâmico, no Iraque e na Síria, em 2016
Ações no Caribe voltadas ao combate ao tráfico internacional de drogas

Inicialmente projetado para transportar armas nucleares durante a Guerra Fria, o modelo ficou conhecido como o “bombardeiro do juízo final”, devido à sua capacidade de atingir longas distâncias sem necessidade de reabastecimento.

Modernização e futuro da aeronave

Mesmo sendo um projeto antigo, o B-52 continua passando por atualizações tecnológicas que ampliam sua eficiência em combate. Versões mais recentes, como a variante “H”, conseguem transportar até 20 mísseis de cruzeiro, além de outros tipos de armamento.

Segundo as Forças Armadas dos Estados Unidos, a previsão é de que o bombardeiro permaneça em operação até pelo menos 2050, consolidando sua posição como um dos principais pilares da força aérea do país.

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