Senador alcança 41,5% das intenções de voto no cenário estimulado e 47,5% num eventual confronto direto com Lula
Luis Batistela

No cenário de confronto direto, o senador mantém vantagem sobre o petista | Foto: Montagem sobre reprodução
Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira, 18, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera as intenções de voto para a Presidência da República no Amapá. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº BR-07004/2026, o estudo ouviu 1.220 eleitores entre os dias 12 e 15 de março, em 15 municípios, e apresenta grau de confiança de 95%, com margem de erro de 2,9 pontos porcentuais.
No primeiro cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio aparece com 41,5% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva soma 35,1%.
Os demais nomes registram índices residuais. O governador Ratinho Júnior (PSD), do Paraná, aparece com 4,2%, enquanto Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, soma 1,3%. Renan Santos (Missão) tem 2,3%, e Aldo Rebelo (DC), 1%. Brancos e nulos somam 8,8%, ao passo que 5,9% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.
No cenário de confronto direto, o senador mantém vantagem sobre o petista. Nesse quadro, Flávio registra 47,5% das intenções de voto, e Lula alcança 40,6%. Brancos e nulos somam 7,6%, e 4,3% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.
Já na modalidade espontânea, quando a população indica livremente em quem pretende votar, 49,1% afirmam não saber ou não opinar. Lula lidera, com 20,6%, seguido por Flávio, com 15,1%, e o ex-presidente Jair Bolsonaro, com 7,9%. Outros nomes aparecem com menos de 1% das intenções de voto.
Rejeição ao governo Lula predomina entre eleitores do Amapá
O Paraná Pesquisas também mediu a percepção dos eleitores sobre a administração federal. No Amapá, 54,2% dos entrevistados desaprovam o governo Lula, enquanto 42,1% a aprovam. Outros 3,7% não souberam ou não opinaram.
Na avaliação qualitativa, 32,9% classificam a gestão como péssima e 9,2%, como ruim. Já 29% consideram o governo petista regular, enquanto 17,5% o avaliam como bom e 10% como ótimo.
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