RADIO WEB JUAZEIRO : Marina Silva fratura vértebra ao mover vasos de plantas em seu jardim



quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Marina Silva fratura vértebra ao mover vasos de plantas em seu jardim

Ministra precisará se afastar das atividades presenciais no ministério

Mateus Conte
A ministra do Meio Ambiente do governo Lula, Marina Silva | Foto: Felipe Werneck/Ministério do Meio Ambiente

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, foi hospitalizada na tarde desta quarta-feira, 3, em Brasília, depois de sentir “dor súbita na região lombar” enquanto movimentava vasos de plantas no jardim de sua residência, informou a assessoria do ministério. Ela está de férias nesta semana.

Segundo a pasta, Marina passou por atendimento no Hospital Brasília, da Rede Américas, no Lago Sul. A equipe médica realizou uma tomografia computadorizada que revelou “leve fratura na vértebra L4”. A ministra foi atendida pelos clínicos gerais Leonardo Coelho e Eder Malta, além do ortopedista Isaias Azevedo.

O MMA informou que não houve necessidade de internação. A ministra “foi medicada para controle da dor, sente-se bem e terá alta ainda hoje”. Conforme a orientação médica, Marina precisará se afastar das atividades presenciais pelas próximas semanas.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, durante audiência na CPI das ONGs – 27/11/2023 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo

Marina Silva está afastada desde 1º de dezembro

A agenda oficial do ministério mostra que Marina já não exerce atividades presenciais desde a segunda-feira, 1º de dezembro. Na agenda institucional, o secretário-executivo João Paulo Ribeiro Capobianco aparece registrado como substituto da titular da pasta em todos os dias úteis desde essa data até o dia 18 do mesmo mês.

O destaque de Capobianco no comando do ministério já havia sido evidenciado em informações oficiais do próprio governo. De acordo com registros públicos, ele realizou mais de 20 viagens internacionais em 12 meses, para oito destinos diferentes, conforme noticiado por Oeste.

A frequência das viagens levou o governo a criar o cargo de secretário-executivo-adjunto, responsável por manter a presença da cúpula administrativa na sede do ministério nos períodos em que o secretário-executivo estivesse fora do país.

No segundo ano do atual mandato, o ministério destinou cerca de R$ 120 milhões a passagens, hospedagens e transporte; um salto de quase 500% em relação a 2020, quando o valor foi de aproximadamente R$ 20 milhões.

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