Para Israel, as cenas evidenciam uma diferença entre o discurso adotado publicamente pelo Hamas e a realidade vivida por seus combatentes
Diógenes Feitosa

Em comunicados anteriores, as forças israelenses relataram ter encontrado grandes estoques de comida, água e dinheiro nos esconderijos do Hamas | Foto: reprodução/X/Avichay Adraee
Nesta quarta-feira, 23, o porta-voz do Exército israelense, tenente-coronel Avichay Adraee, publicou imagens nas redes sociais que mostram terroristas do Hamas dentro de túneis em torno de um “banquete”.
Segundo o militar, o registro revela o estilo de vida dos terroristas com relativo conforto, enquanto relatos internacionais destacam a situação humanitária dramática enfrentada pela população da Faixa de Gaza.
Para Adraee, as cenas evidenciam uma diferença entre o discurso adotado publicamente pelo Hamas e a realidade vivida por seus combatentes.
“Enquanto os líderes do Hamas acusam Israel de provocar fome na população de Gaza, os próprios terroristas são filmados devorando comidas que não chegaram como parte da ajuda humanitária”, afirmou Adraee.
O militar acusou os terroristas do Hamas de “espalhar mentiras ao mundo sobre fome”, enquanto se alimentam e permanecem escondidos no subsolo.
“Mais uma vez, o flagrante descaso do Hamas pelo sofrimento da população é evidente”, completou Adraee. “Essa organização, que espalha mentiras para o mundo sobre suposta fome, zomba da devastação que infligiu à população da Faixa de Gaza.”
Israel responsabiliza o Hamas pela crise em Gaza
Adraee ainda responsabilizou o Hamas pela destruição observada na região, alegando que o próprio grupo contribuiu para a situação crítica em Gaza.
“Eles não são heróis, são ladrões que só pensam em si mesmos, que se escondem em túneis por medo das consequências de seus crimes, e deixam vocês para pagar o preço”, disse Adraee ao se dirigir à população de Gaza.
Em comunicados anteriores, as forças israelenses relataram ter encontrado grandes estoques de comida, água e dinheiro nos esconderijos do Hamas, reforçando o contraste entre as condições dos dirigentes do grupo e o sofrimento enfrentado pela população civil da Faixa de Gaza.
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