Luciane Barbosa Farias, que é casada com o traficante 'Tio Patinhas', reclama da imprensa
REDAÇÃO OESTE
Mulher de criminoso, Luciane Barbosa Farias não quer apelido de 'Dama Tráfico' | Foto: Reprodução/Redes sociaisLuciane Barbosa Farias, mulher do líder do Comando Vermelho (CV) no Estado do Amazonas, não quer ser chamada de ‘Dama Tráfico’. “Chegou para mim aqui o comentário do responsável pela alcunha que me imputaram”, escreveu, nas redes sociais, a companheira do traficante “Tio Patinhas“. “Sou Luh Farias – ativista de direitos fundamentais e humanos”.
De acordo com matéria publicada pelo Estadão sobre as visitas de Luciene ao Ministério da Justiça, de Flávio Dino, ‘Dama Tráfico’ é como a ativista é conhecida entre os criminosos do CV amazonense.
Nesta quinta-feira, 16, o jornalista André Shalders, autor da matéria, respondeu no X a uma crítica sobre o teor da matéria.
“Tenho como provar o que escrevi”, afirmou. “Quanto ao ‘dama do tráfico’, foi uma expressão usada por uma fonte. Achei peculiar e coloquei no texto”.
O repórter apagou a mensagem em seguida, e acabou tornando privada sua conta na rede social. Na sequência, Luciene postou um print dessa conversa, e comentou:
“Pelo que disse o jornalista que escreveu a matéria que me impôs a alcunha de ‘Dama do Tráfico Amazonense’, a intenção da fonte do Estadão foi me prejudicar, acabando com a minha imagem”, retrucou. “Eles só não contavam que daria essa repercussão toda, e que a verdade virá à tona”.
A mulher do traficante disse também que está se informando a respeito de quem é “o responsável por isso”.
“Porém, não posso publicar, pois não tenho como provar, e não sou da laia deles, que publicam conteúdos sem provas concretas”, disse. “Só posso adiantar que o intuito foi de que eu não conseguisse tomar posse no Comitê de Combate à Tortura”.
Condenados em segunda instância

Traficante ‘Tio Patinhas’ | Foto: Reprodução/Redes sociais
Casados há 11 anos, “Tio Patinhas” e Luciane foram condenados, em segunda instância, por lavagem de dinheiro, associação para o tráfico e organização criminosa.
Pego pela polícia portando identidade falsa, quase R$ 10 mil em espécie e 200 tabletes de maconha, o traficante está preso desde dezembro do ano passado e cumpre pena no presídio de Tefé (AM).
Já a mulher recorre ao processo em liberdade. Ela atua em uma associação em favor dos presidiários.
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