A lista inclui dois russos; 30 palestinos presos por terrorismo também serão entregues ao Hamas
REDAÇÃO OESTE
As famílias dos reféns que serão soltos foram notificadas, mas ainda não foi divulgado o horário da libertação | Foto: Divulgação/Bring Them Home NowO cessar-fogo entre Israel e o Hamas chega em seu 6º dia nesta quarta-feira, 29, com a previsão de entrega de mais 10 reféns em troca de 30 presos acusados de terrorismo. Nesta terça-feira, 28, o Hamas libertou 10 israelenses como parte das negociações na extensão do cessar-fogo. O grupo extremista quer seguir com a trégua e continuar as trocas bilaterais.
Ainda não foi marcado o horário de libertação dos reféns dessa 6ª e, provável, última lista. As famílias dos reféns que serão soltos ainda nesta quarta-feira já foram notificadas pelo governo de Israel. Entre os 10 nomes, constam duas pessoas com cidadania russa.
Saiba o motivo de o Hamas ter incluído russos na 6ª lista de reféns
Em comunicado à emissora pública palestina, Kan, Moussa Abu Marzouk, oficial da ala política do grupo terrorista, disse que a inclusão dos russos é um gesto de “agradecimento do Hamas pela posição adotada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin”. Não ficou claro se os dois também possuem cidadania israelense.
Segundo o jornal israelense The Times of Israel, uma fonte próxima ao Hamas teria afirmado que o grupo terrorista está disposto a estender por mais quatro dias a trégua em Gaza. O acordo inicial previa 4 dias. Foram adicionados mais dois dias em troca de mais 10 reféns israelenses.
O acordo entre Israel e o Hamas tem sido intermediado pelo Cata, Egito, e Estados Unidos (EUA). A trégua teve início na sexta-feira, 24. Desde então, o número total de reféns libertados pelo Hamas é de 81 pessoas – 60 israelense, todos mulheres e crianças, e 21 cidadãos estrangeiros.
O bebê Kifir Bibas foi sequestrado em 7 de outubro junto com seus pais e seu irmão, Ariel, de 4 anos | Foto: Divulgação/Família BibasNove crianças permanecem como reféns em Gaza, a mais jovem delas é um bebê de apenas 10 meses de idade. Ele teria sido entregue pelo Hamas a outro grupo terrorista palestino, dificultando a negociação para a libertação.
Em contrapartida, Israel teve que soltar 180 palestinos presos sob acusação de terrorismo, entre eles, uma mulher-bomba.
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