Dilema que marca o dia a dia do povo é um dos destaques da reportagem de Fábio Matos na Edição 331 da Revista Oeste
Anderson Scardoelli

'Tecnicamente, os impostos são tributos obrigatórios arrecadados pelo Estado para financiar serviços públicos essenciais' | Foto: Reprodução/Canva Pro
Em reportagem publicada na Edição 331 da Revista Oeste, Fábio Matos apresenta indicador nada positivo ao país. Apesar das taxas elevadas, o Brasil não consegue converter, de acordo com recente estudo, a arrecadação em prestação de serviços de qualidade.
“Tecnicamente, os impostos são tributos obrigatórios arrecadados pelo Estado para financiar serviços públicos essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura”, explica o jornalista. “O Brasil, ao contrário de grande parte das nações desenvolvidas, não oferece à população serviços de qualidade compatível com o peso dos impostos. Quem pode, opta por serviços privados e, com isso, tem de arcar com novos tributos.”
Taxas versus serviços
Na sequência, o repórter mostra que a afirmação acima está galgada em dados técnicos. No caso, levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação — e que deixa o Brasil num inglório último lugar em ranking que mensura a relação de taxas arrecadadas versus serviços públicos entregues à população.
“Dados do Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (IRBES), elaborado pelo IBPT, mostram que o Brasil é o país que menos converte a arrecadação obtida com impostos em qualidade de vida para sua população”, observa Matos. “De acordo com o levantamento, que reúne dados referentes a 2024, o país ocupou a 30ª e última colocação do ranking pelo 15º ano consecutivo.”
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