RADIO WEB JUAZEIRO : PT terá 12 palanques próprios e 15 alianças na campanha de Lula



segunda-feira, 27 de abril de 2026

PT terá 12 palanques próprios e 15 alianças na campanha de Lula

Legenda ainda negocia cenários em três Estados, com Maranhão como caso mais sensível

Rachel Díaz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Ricardo Stuckert / PR

O Partido dos Trabalhadores (PT) contabiliza 12 palanques próprios e 15 alianças estaduais para a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. Faltam menos de seis meses para o primeiro turno.

O presidente do partido, Edinho Silva, disse que a organização está “90% pronta” nos Estados. A declaração foi feita neste domingo, 26, no encerramento do 8º Congresso do PT, em Brasília.

O detalhamento foi apresentado pelo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, que citou também 18 candidatos ao Senado vinculados à estratégia eleitoral. A legenda ainda precisa definir cenários em três Estados: Alagoas, Paraíba e Maranhão — este último considerado o mais delicado.

A divisão dos palanques do PT para a campanha de Lula

PT ainda precisa definir palanques de Lula em 3 Estados | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O número de palanques e alianças confirma projeção feita mais cedo por José Dirceu, que também coordena a elaboração do novo programa de governo a ser apresentado a Lula.

Com esse desenho, o PT admite que não terá apoio formal de governadores em todos os Estados, mas busca compensar com alianças locais. No Rio de Janeiro, por exemplo, Lula se aproxima de Eduardo Paes, pré-candidato ao governo pelo PSD.

Entre os palanques próprios já confirmados ou encaminhados estão Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e São Paulo.

O Maranhão segue indefinido por causa do racha entre o governador Carlos Brandão e o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino.

Na Paraíba, o PT negocia apoio a Lucas Ribeiro (PP) e pode abrir mão de candidatura própria. Em Alagoas, a sigla deve apoiar Renan Filho (MDB), em articulação que enfrenta resistência de Arthur Lira (PP).

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