Deputado afirma que vai provar inocência em acusação petista 'usada para livrar Lulinha’ na CPMI do INSS
Fábio Bouéri

Deputado Alfredo Gaspar durante procedimento na Polícia Científica de Alagoas | Foto: Reprodução/X/AlfredoGaspar
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) afirmou ter coletado material genético no laboratório forense da Polícia Científica de Alagoas para a realização de exame de DNA. O procedimento ocorreu cerca de um mês depois de Gaspar ser acusado, por parlamentares opositores, de ter cometido estupro. As imagens do exame foram publicadas nesta quinta-feira, 23, no perfil do parlamentar na rede social X.
Segundo Gaspar, a coleta foi feita por “livre e espontânea vontade” e mediante autorização judicial. O deputado declarou ter sido acusado “de forma covarde, vil e abjeta” por integrantes do Partido dos Trabalhadores. Da mesma forma, classificou a denúncia como uma tentativa de desviar o foco de sua atuação política contra Fábio Luís da Silva, o Lulinha.
O parlamentar explicou que a acusação surgiu no mesmo dia em que ele defendia a prisão de Lulinha, filho do presidente Lula da Silva. Gaspar reforçou não ter “absolutamente nada a temer”. Ele sustentou que a realização do exame deve esclarecer o caso.
O deputado afirmou ainda que busca rapidez na apuração. Segundo ele, a investigação precisa avançar com celeridade para que haja uma resposta pública. “A verdade é soberana. Eu só quero justiça, eu quero celeridade. O povo brasileiro merece essa resposta imediata”.
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