Entre os nomes aguardados nas manifestações estão deputados e representantes do governo Lula
Diógenes Feitosa

Os militantes apresentaram a previsão durante encontro com a Polícia Militar | Foto: Rachel Díaz/Revista Oeste
Militantes de movimentos de esquerda e centrais sindicais anteciparam o fracasso do ato lulista programado para o 7 de Setembro.
Os esquerdistas esperam cerca de 10 mil participantes e 250 ônibus em manifestação marcada para o próximo domingo, 7, na Praça da República, na capital paulista.
Os militantes apresentaram a previsão durante encontro com a Polícia Militar, que definiu a logística para receber manifestantes vindos de diversas cidades do Estado de São Paulo.
Os atos ocorrerão em 23 Estados. As frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, o Fórum das Centrais Sindicais e o Grito dos Excluídos estão à frente da organização do movimento.
O Grito dos Excluídos, evento que acontece anualmente no Dia da Independência, neste ano, está previsto para o período da manhã.
A escolha do horário busca evitar confrontos com um ato de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, programado para ocorrer na Avenida Paulista durante a tarde.
Entre os nomes aguardados nas manifestações da esquerda estão deputados e representantes do governo Lula, incluindo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.
Os esquerdistas devem pedir a taxação dos mais ricos e a redução da jornada de trabalho sem perda salarial. Os militantes também gritarão contra as sanções impostas pelos Estados Unidos.
Lideranças confirmam presença em ato pró-Bolsonaro no 7 de Setembro
Pastores e grupos de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro organizam ato do 7 de Setembro, que terá como foco críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), pedidos de anistia e demonstrações de apoio a autoridades políticas de diferentes Estados.
Diversas lideranças políticas confirmaram que participarão do evento, que ocorrerá neste domingo na Avenida Paulista, em São Paulo.
Entre os participantes, destacam-se governadores, ex-integrantes do governo federal e figuras públicas influentes ligadas a movimentos de apoio a Bolsonaro.
A mobilização acontece em um contexto de tensão, já que o ex-presidente cumpre prisão domiciliar e enfrenta processo judicial que pode resultar em penas superiores a 40 anos.
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