Artigo de J.R. Guzzo analisa o contraste entre os homens que viabilizam a liberdade de expressão e a face derrotada e hostil da esquerda brasileira
Fabio Boueri
Os homens mais poderosos do mundo, durante a posse de Donald Trump: na visão do consórcio Lula-STF, eles são os inimigos do Brasil, escreve J.R. Guzzo | Foto: Reprodução: Twitter/XSob o título “A foto incomoda”, na edição 253 da Revista Oeste, o jornalista J.R. Guzzo analisa o significado da presença dos maiores líderes empresariais do mundo na posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O conteúdo destaca como ilustração uma cena do cerimonial na Casa Branca. Nela, aparecem os controladores de algumas das empresas mais valiosas do mercado (Meta, Google, Apple, Amazon e Tesla).
Em contraponto à reunião de grandes construtores de riqueza, incluindo o próprio Trump, Guzzo chama a atenção para o “rancor” do consórcio Lula-STF em relação aos Estados Unidos. Conforme o articulista, são esses homens, donos de um “arsenal tecnológico sem limites” e de uma fortuna quatro vezes maior que o PIB brasileiro, que “o governo Lula, Alexandre de Moraes e o resto de seu regime declararam como os maiores inimigos do Brasil”.
Trump e seus aliados jamais prejudicaram o Brasil
Guzzo, no entanto, destaca que essa gente, incluindo Trump, jamais fez algo de mau ao Brasil. Diz, aliás, que “a briga é de um lado só — foi criada unicamente por Lula, pelo STF do ministro Moraes e pela extrema esquerda brasileira, aí incluída a maior parte da mídia”. Na visão do articulista, o comportamento do consórcio revela “uma das suas piores convulsões de rancor contra o país que deu certo — aquele despeito de looser subdesenvolvido que todo mundo conhece”.
No artigo, Guzzo aborda ainda o impacto no moral do consórcio depois do vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG), cuja repercussão fez ruir qualquer intenção do governo de monitorar as transações via PIX e um possível arranjo para impor ao pagador de impostos mais um aumento de tributação.
Nesse tópico específico, o jornalista escreve: “A sobrevivência e a prosperidade do consórcio, aliás, nunca tiveram tantas razões para odiar a liberdade de expressão como têm agora”. E emenda com uma simples pergunta: “Imagine o que acontece se o Nikolas Ferreira solta um vídeo com 300 milhões de acessos um mês antes da eleição de 2026?”.
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