RADIO WEB JUAZEIRO : Bombeiros resgatam cachorro cego depois de 3 dias preso em tubulação de água



terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Bombeiros resgatam cachorro cego depois de 3 dias preso em tubulação de água

Animal se perdeu durante fortes chuvas que atingiram a cidade de Cabreúva, no interior do Estado de São Paulo

Lucas Cheiddi
Momento em que cachorro é resgatado por bombeiros | Foto: Reprodução/Defesa Civil

Nesta segunda-feira, 9, bombeiros e agentes da Defesa Civil resgataram um cachorro que estava preso em uma tubulação de água. Conforme informação do órgão, o animal, que é cego, se encontrava no local havia três dias.

Vizinhos de uma galeria de águas pluviais ouviram o choro do cachorro e pediram socorro para o Corpo de Bombeiros. O caso ocorreu em Cabreúva, no interior do Estado de São Paulo, na Rua Dinamarca, no bairro do Vilarejo.

O cachorro cego se perder durante as últimas fortes chuvas na cidade e foi levado para a galeria. Os agentes informaram que o animal não tem dono. Atuaram na ocorrência os sargentos do Corpo de Bombeiros Leonel, Costa, Aprilio e Barbosa. Eles contaram com o apoio de Gonçalo e Zelamaque, da Defesa Civil.

SP, PR e SC têm alerta de chuva e risco de alagamentos
Tanque anfíbio militar de alto desempenho auxilia resgates na cidade de Pelotas (RS), castigada pelas enchentes | Foto: Michel Corvello/Fotos Públicas

Nesta segunda-feira, 9, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) emitiu um alerta sobre o risco de eventos geo-hidrológicos para a Região Sul do Brasil e o Estado de São Paulo. Há risco de fortes pancadas de chuva e “alagamentos generalizados”.

Previsões mostram alta probabilidade de eventos hidrológicos nas mesorregiões do Vale do Itajaí, sul e norte de Santa Catarina. A Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, também enfrenta risco elevado por causa do acúmulo pluviométrico das últimas 24 horas, combinado com previsões de mais chuvas intensas.

Nessas áreas, há potencial para enxurradas, alagamentos generalizados e inundações em pequenas bacias. Há preocupação moderada em outras regiões de Santa Catarina, como a Serrana e Grande Florianópolis, além do oeste do Estado.

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