RADIO WEB JUAZEIRO : Prefeito de Sorocaba responde ex-ator da Globo que defendeu Marcha da Maconha



quinta-feira, 18 de julho de 2024

Prefeito de Sorocaba responde ex-ator da Globo que defendeu Marcha da Maconha

Paulo Betti alegou que o chefe do Executivo municipal, Rodrigo Manda, ‘não gosta da arte’

REDAÇÃO OESTE
O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, pediu para o ator Paulo Betti ‘parar de sacanagem’ | Foto: Reprodução/Twitter/X/@jornalcorreio_

O prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), respondeu às críticas do ator Paulo Betti, que defendeu a realização da Marcha da Maconha na cidade. Em recente publicação nas redes sociais, o artista se manifestou contra uma lei, aprovada em 2023, que proíbe o evento.

Na postagem, Paulo Betti pediu à classe artística para unir-se contra o prefeito. Ele alegou que Manga “não gosta da arte, da cultura e acredita em coisas que não acreditamos”.

“É uma loucura Sorocaba ser governada por alguém como esse cara”, afirmou Paulo Betti. “Parar de sacanagem”, respondeu o prefeito.

Rodrigo Manga também disse que, enquanto Deus lhe der fôlego de vida, “não vai ter Marcha da Maconha em Sorocaba”. “Vá plantar batata”, concluiu.

Em um vídeo, Paulo Betti pediu à classe artística que se unisse contra o prefeito. Ele alegou que Manga ‘não gosta da arte, da cultura e acredita em coisas que não acreditamos’

A população de Sorocaba elegeu Rodrigo Manga em 2020, com 52,5% dos votos. Atualmente, além de ser prefeito, é pré-candidato à reeleição neste ano. Rodrigo Manga foi eleito em 2020, com 52,58% dos votos, e é pré-candidato à reeleição.
A lei que proíbe a Marcha da Maconha em Sorocaba gerou críticas

A lei que proíbe a Marcha da Maconha gerou críticas desde sua aprovação. Paulo Betti, à época, gravou um vídeo em que chamava os vereadores de “babacas”.


Além disso, Manga corrigiu o ator. O prefeito afirmou que a lei era de sua autoria — e não dos parlamentares.

Em dezembro de 2023, a Procuradoria-Geral da República confrontou a lei no Supremo Tribunal Federal (STF). O órgão argumentou que a proibição é incompatível com os preceitos fundamentais da liberdade de expressão e de reunião.

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