RADIO WEB JUAZEIRO : Presidente da China defende laços mais estreitos com os EUA



quinta-feira, 28 de março de 2024

Presidente da China defende laços mais estreitos com os EUA

Executivos norte-americanos participaram de reunião em Pequim

REDAÇÃO OESTE
Xi Jinping: comunista chinês que maior proximidade comercial com os capitalistas norte-americanos | Foto: Reprodução/Governo da China

O presidente da China, Xi Jinping, defendeu laços comerciais mais estreitos com os Estados Unidos durante reunião com os principais líderes empresariais norte-americanos em Pequim. Realizado nesta quarta-feira, 27, o encontro se deu em um momento em que as relações bilaterais melhoram gradualmente depois de atingirem o nível mais baixo em anos.

O líder comunista ressaltou os laços econômicos mutuamente benéficos entre as duas maiores economias do mundo. O que se dá apesar das pesadas tarifas impostas pelo EUA a importações chinesas e de acusações de Washington sobre barreiras comerciais injustas e roubo de propriedade intelectual.

A economia chinesa vem lutando para se recuperar das severas restrições adotadas durante a pandemia de covid-19, que foram removidas apenas no fim de 2022. Jinping afirmou, no entanto, que a China voltou a contribuir para o crescimento econômico mundial.

“As relações sino-americanas são uma das relações bilaterais mais importantes do mundo”, disse o presidente chinês, de acordo com a agência de notícias Xinhua, que é controlada pelo Partido Comunista. “O fato de China e EUA cooperarem ou entrarem em confronto tem influência no bem-estar dos dois povos e no futuro e destino da humanidade.”

Encontro na China

Bandeira da China, país que busca fortalecer relação econômica com os EUA | Foto: Reprodução/Freepik

Os participantes da reunião incluíram o Stephen A. Schwarzman, o bilionário fundador da empresa de investimentos Blackstone.

“Os respectivos sucessos da China e dos EUA criam oportunidades um para o outro”, acrescentou Xi, também de acordo com a Xinhua. “Desde que ambos os lados se vejam como parceiros, se respeitem, coexistam pacificamente e se unam para assegurar ganhos recíprocos, as relações entre China e EUA irão melhorar”.

Revista Oeste, com informações da Agência Estado e da Associated Press

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