RADIO WEB JUAZEIRO : Simone Tebet critica Bolsonaro e Salles em evento



sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Simone Tebet critica Bolsonaro e Salles em evento

Sem citar nomes, ministra do Planejamento e Orçamento diz que ‘nos últimos quatro anos não existia política ambiental’ e que o país não tem ‘um presidente negacionista’

REDAÇÃO OESTE
Apesar do aumento das queimadas na Amazônia, Cerrado e Pantanal, para Simone Tebet, o Brasil apresentou um avanço no meio ambiente | Foto: Gustavo Bezerra

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, criticou, nesta quinta-feira, 23, o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles no 2º Seminário de Avaliação e Melhoria do Gasto Público, em Brasília.

Apesar do crescimento das queimadas na Amazônia, Cerrado e Pantanal neste ano, para Simone, o Brasil apresentou um avanço no meio ambiente, porque “nos últimos quatro anos não existia política ambiental”.

Sem citar nomes, a ministra declarou que o país não tem “um presidente negacionista” nem um ministro que fala em “passar a boiada”.

“Este é um governo que tem na fala, no discurso e na ação do seu chefe de Estado a pauta da sustentabilidade”, comentou Simone.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, estava presente no evento.

A ministra do Planejamento também garantiu que a meta de déficit fiscal zero em 2024 não vai afetar a agenda de sustentabilidade do país | Foto: Gustavo Bezerra
Simone Tebet acena à Marina

A ministra do Planejamento aproveitou o evento e fez um à Marina. Simone assegurou que a meta de déficit fiscal zero em 2024 não causará impacto na agenda de sustentabilidade.

Ela também disse que é possível a liberação de créditos extraordinários se houver efeito extremo do clima.

“Em relação ao déficit zero, no orçamento brasileiro nós temos vários ministérios com ações na transversalidade, com recursos orçamentários para a pauta ambiental”, afirmou.

Na semana passada, o governo anunciou que manteve a posição de estipular meta fiscal zero para 2024.

Dessa forma, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a ministra Simone Tebet e o restante da equipe econômica ganharam tempo para aprovar medidas que aumentem as receitas da União no próximo ano.

O Ministério do Planejamento calcula que, para atingir a meta, são necessários R$ 168 bilhões em receitas adicionais.

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