O ator e diretor de teatro juazeirense Devilles Sena, foi exonerado do cargo em comissão de Assessor III, da Prefeitura do município de Juazeiro, no Norte da Bahia. A exoneração foi publicada no Diário oficial dessa segunda-feira (31).
Devilles atuou ativamente na campanha da Prefeita Suzana Ramos e ocupou o cargo de Assessor Especial desde o início do governo. Na última quinta-feira (27), durante a Virada Cultural, realizada por representantes da classe artística de Juazeiro, o artista pediu publicamente sua exoneração da Prefeitura de Juazeiro.
“Eu estou me desligando do governo municipal, porque eu não admito nenhum forma de ataque a minha pessoa e nem a um movimento legítimo como este. Não admito que me liguem perguntando se a gente esta fazendo um levante contra o governador. Não me interessam as impressões que causem. Cultura precisa incomodar. Incomodemos! Porque hoje só foi o principio de uma nova era para a cultura de Juazeiro. De inclusão, participação e respeito”, declarou Devilles publicamente na ocasião.
Na época, o PNB procurou Devilles Sena e ele confirmou seu pedido: “Hoje volto dignamente para o meu lugar de origem: A CULTURA. Recebi uma ligação e algumas abordagens me perguntando se eu estava usando a prefeitura para fazer movimento contra o PT. Ora, como assim, se eu nunca deixei de ser PT e alguns dos figurões do primeiro escalão tiveram que me engoli, mesmo que tivessem que me vomitar depois, por causa disso. O nosso ato, lindo, original, legítimo nunca seria contra o governador. Ao governador eu quero, em nome da classe trabalhadora e de sobremaneira, aquela que depende do Centro de Cultura, dizer muito obrigado por atender e entender nosso clamor, pela reabertura do Centro de CULTURA”, acrescentou na ocasião.
Na época o artista concluiu agradecendo a Prefeita Suzana Ramos: “Muito obrigado a Suzana pela acolhida no momento mais crítico para um artista: A PANDEMIA. Obrigado por me apresentar a sua família que eu carregarei sempre no meu coração. OBRIGADO a Alan Jones que muito me abraçou e como foi necessário esse abraço. Aos amigos que eu fiz ao longo dessa curta jornada, levo comigo cada um. Aos algozes fascinados pelo pseudo poder digo: eu prefiro sempre o PORVIR”, finalizou na ocasião.
Redação PNB

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