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quarta-feira, 28 de junho de 2023

Conta de luz fica mais barata em São Paulo

Agência reguladora aprova redução média de 2,2% nas tarifas da Enel SP

REDAÇÃO OESTE
A Enel SP atende a 7,2 milhões de unidades consumidoras em 24 cidades da região metropolitana | Foto: Foto: Reprodução/Agência Brasil

A conta de luz vai ficar mais barata em cidades da região metropolitana de São Paulo.

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira 27 a redução média de 2,24% das tarifas da Enel São Paulo pelo processo de revisão tarifária periódica.

O novo custo da energia será aplicado para o consumo de eletricidade registrado a partir da próxima terça-feira 4, pelos próximos 12 meses.

Quem será beneficiado?

A Enel SP atende a 7,2 milhões de unidades consumidoras em 24 cidades da região metropolitana de São Paulo, inclusive a capital do Estado.

A classe de consumo de baixa tensão, que inclui pequenos comércios e clientes residenciais, terá redução média de 0,97% na conta de luz. Dentro deste grupo, os consumidores residenciais terão redução de 0,91%, enquanto os clientes da classe rural terão o aumento de 5,19%.

Os consumidores industriais e de comércios de grande porte (alta tensão) terão as tarifas reduzidas em 6,10%, em média.

Já os clientes da alta tensão denominados “Subgrupo A5” terão as tarifas elevadas em 7,63%.
O cálculo da conta de luz

O índice preliminar e os parâmetros de cálculo da revisão tarifária periódica da Enel SP, processo que ocorre com as distribuidoras a cada quatro ou cinco anos, passaram por consulta pública entre março e maio deste ano.

Um dos principais fatores de redução da conta de luz na região metropolitana de São Paulo é o uso de crédito tributário de PIS/Cofins, estimado em R$ 1,76 bilhão. Este recurso impactou em 8,18% negativos no cálculo dos componentes financeiros considerados na revisão.

De acordo com a Aneel, a tarifa da Enel SP é composta 29% pelo custo de aquisição de energia (geração), 21% por encargos setoriais, 21% por tributos (16% de ICMS e quase 5% de PIS/Cofins), 19% por custos do serviço de distribuição e 10% pelo gasto com transmissão.

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