Blogueiro bolsonarista teve prisão decretada e está foragido desde então

Interpol ainda não adicionou Allan na lista de procurados - Foto: Roque de Sá | Agência Senado
Agora sob o comando de Flávio Dino (PSB), o Ministério da Justiça acionou o governo dos Estados Unidos e a Interpol, em Lyon (França) para acelear o processo de extradição do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, que teve prisão decretada em 2021, a pedido da Polícia Federal após as investigações no inquérito das fake news.
Allan dos Santos mora nos Estados Unidos desde 2020 e segue foragido da Justiça Brasileira, mesmo após a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Agora com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tomou posse no último domingo, 1º, o Ministério da Justiça fez um primeiro contato de aproximação com as autoridades internacionais. Anteriormente, houve suspeitas de falta de empenho do governo de Jair Bolsonaro (PL), em prender o influenciador.
Em 2021, após a ordem de prisão, o Brasil acionou os Estados Unidos, por meio do DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional), e enviou o pedido à Interpol para inclusão na difusão vermelha. No entanto, de maneira incomum, a inclusão não foi feita e a entidade até hoje segura o pedido.
Allan dos Santos teve prisão determinado por ataque às instituições democráticas, em especial, o STF. O Instagram, YouTube e Twitter suspenderam as contas de Santos e do seu site, o Terça Livre. Há dois meses, Alexandre de Moraes determinou o cancelamento do passaporte de Allan, deixando-o sem documento de identificação válido nos Estados Unidos.
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