Além da alteração no formato da próxima edição do torneio, que contará com 48 seleções e três sedes, outras mudanças em relação ao Mundial de 2022 no Catar estão previstas, por exemplo, na logística, infraestrutura e custos
JOÃO VITOR MARQUES - Enviado especial

(crédito: Patricia de Melo Moreira/AFP)
Acabou uma Copa do Mundo sem precedentes. Investimento recorde (mais de R$ 1,2 trilhão), custos altos para os torcedores e uma logística interna facilitada são alguns dos fatores que tornaram único o torneio sediado no Catar e faturado pela seleção da Argentina. Entre críticas e elogios, o país-sede considera positivo o saldo final do megaevento organizado pela Fifa. Por um lado, houve muita festa com a quarta maior média de público da história.
Por outro, reclamações, sobretudo pelo tratamento dado à comunidade LGBTQIAP (veja mais na página 20), às mulheres e aos trabalhadores imigrantes. Terminada a competição, é hora de pensar no que vai ser a próxima. Em 2026, sede tripla formada por Canadá, México e Estados Unidos recebe uma edição distinta em relação a do Oriente Médio. A seguir, o Correio lista cinco diferenças deste Mundial para o que vai ocorrer daqui a três anos e meio.
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