Governo de Taiwan revelou nesta sexta que 11 homens armados invadiram sua embaixada em Porto Príncipe e que autorizou a polícia haitiana a entrar no local e prender os suspeitos.
Por G1
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6 dos detidos por suspeita de envolvimento no assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, em foto de quinta-feira (8) — Foto: Joseph Odelyn/AP Photo
O ministro da Defesa da Colômbia, Diego Molano, afirma que o país investiga informações da Interpol de que os colombianos presos no Haiti, por suspeita de terem participado do assassinato do presidente Jovenel Moise, são reservistas do Exército colombiano.
"Inicialmente, as informações indicam que são cidadãos colombianos, membros da reserva do Exército nacional", afirmou Molano, que ordenou que a Polícia Nacional e o Exército colaborem com as investigações.
Jorge Vargas, diretor-geral da Polícia Nacional colombiana, indicou que 6 suspeitos são ex-militares colombianos — 2 sargentos aposentados e 4 ex-soldados — e 2 deles morreram em confronto, segundo informações preliminares.
A polícia haitiana divulgou na quinta-feira (8) que ao menos 28 pessoas participaram do crime: 26 colombianos e dois americanos de origem haitiana. O governo americano ainda não se pronunciou.
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