Ação popular
O comercio em Juazeiro já não anda bem das pernas nos últimos meses, e para acabar de enterrar mais ainda, o prefeito Paulo Bomfim (sem partido) decidiu fazer reforma no Terminal Urbano fechando todo o espaço com tapumes prejudicando os comerciantes do local. A revolta é geral, e os permissionários já começaram a se manifestar argumentando que a obra tem como objetivo favorecer uma determinada empresa particular que presta serviços à prefeitura, assim como também alguns aliados políticos neste último ano de administração. “Eles agilizaram o processo na execução do projeto porque sabem que vão perder as eleições de outubro. Isso é desespero, é caso de polícia, porque quem está sendo prejudicados somos nós permissionários”, desabafou uma senhora que evitou citar o nome temendo algo.
Ainda como se não bastasse, o estacionamento do Camelódromo 2 de Julho foi fechado com tapumes metálicos, obrigando assim, o afastamento da clientela. “Aqui faz pena, esse prefeito não teve o que fazer e prendeu a gente impossibilitando a chegada dos clientes. Aqui no Camelódromo todos nós estamos no prejuízo, sem poder vender roupas, artigos para presentes, DVDs, e outras mercadorias. Até o movimento nos restaurantes caiu e não sabemos à quem recorrer para resolver nosso problema”, lamentou outra pessoa que comercializa no local há mais de cinco anos.
“Ele fechou o espaço do estacionamento para colocar os feirantes de frutas e verduras do Mercado Joca de Souza. A reforma do mercado vai começar e o prefeito está jogando todo esse povo aqui, isso está nos prejudicar porque a nossa clientela sumiu e não temos como pagar nosso compromissos”, desabafou mais outro comerciante.
Mesmo com o zona azul, os proprietários de veículos não só tinham acesso ao camelódromo assim como também as lanchonetes do terminal, casas de comércio próximo e outras coisas. Hoje o local se transformou numa grande polêmica com dezenas de pais de famílias desesperados sem saber o que fazer.
Dezenas de pessoas do interior e de outras cidades usavam o espaço para estacionar seus veículos. “Vamos dá a resposta nas urnas. Nos aguarde, porque isso só pode ser perseguição”, alertou uma senhora que comercializa no local.
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