
A cor azul na cidade Juazeiro BA é sinônimo de “malandragem”, “coisas ocultas”, “esperteza” e falta de respeito ao seu povo instituídas pela câmara de vereadores a pedido do poder executivo como ZONA AZUL, assim como os “pardais”, que aqui não são os pássaros de convivência urbana mas, sim, as câmeras eletrônicas de fiscalização do trânsito.
Não desgastarei mais ainda a mente dos moradores de juazeiro e “passantes” com todas as faltas/(in)gerência provocadas pela ZONA AZUL, mas, sim, direi sobre os pardais posicionados “estrategicamente” para “recolher” dinheiro involuntário de todos desavisados que transitam por nossa cidade.
A “ultima” - digo assim porque, possivelmente, virão novas incursões para subtrair o dinheiro do cidadão se ele não levantar a bunda confortável da cadeira e reagir - investidura para subtração monetária do cidadão, foi a implantação de NOVO PARDAL, na Avenida Paulo Rios Campelo, bairro São Geraldo, defronte à lagoa de decantação do SAAE.
A saber, comumente, o limite de velocidade em avenidas é de 60 km/h, principalmente, quando ela ocorre em locais ermos.
No entanto, naquela Avenida a Prefeitura de Juazeiro BA, representada pelo seu gestor público, Paulo Bonfim, resolveu colocar um “Pardal” – Radar Eletrônico para limite de velocidade, naquela avenida, com limite máximo de velocidade de 50 quilômetros por hora.
Normalmente, esses aparelhos (radar) são colocados em locais críticos, com alta incidência de acidentes para tentar reduzir esse número. O que não é o caso daquela avenida pois, ali não há registros de acidente algum, menos ainda por excesso de velocidade.
E ao invés desse procedimento ele realizasse a construção do acostamento, seria mais significativo do ponto de vista segurança, além de providenciar o afastamento de um poste grande que há naquele local para fora da pista.
Seria ideal que o responsável por aquela instalação, o prefeito, justificasse o procedimento daquela despesa, que não é pequena, com o dinheiro público para retirar mais dinheiro ainda do usuário da via.
Os eleitores de Juazeiro devem ficar atentos a tudo, devem ficar atentos às questões eletivas. Precisam informar-se e escolher baseados na compreensão das coisas públicas, em que pessoas despreparadas, analfabetas, desonestas, irresponsáveis não devem nos representar. Aventureiros já não nos servem mais. O Brasil está passando por um momento ímpar. Limpeza total e irrestrita.
Antonio Alves da Cruz
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